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segunda-feira, 16 de março de 2009

Perder ou ganhar tempo




Às vezes quando finalmente tenho tempo de ler ou de reler autores como Michel Foucault (por exemplo, os seus cursos no Colégio de França, traduzidos em parte pela Martins Fontes, São Paulo) pergunto-me por que diabo de mania consumista é que compro tantos livros, quando estes todos (do Foucault, do Agamben e de mais uns quantos de uma "tribo" de que sou absolutamente fã) são radicalmente prioritários para entender o mundo onde vivo!
Esta obra de que reproduzo a capa é a edição brasileira, de 2008 (Curso de 78/79), e é indispensável para não dizer disparates ou lugares-comuns (vai dar ao mesmo) sobre o que é o Estado moderno e a soberania, a economia política, etc, e por arraste, claro, para não dizer banalidades sobre o que era o Estado antes do séc. XVIII e, já agora, para pensar o que poderia ser uma "sociedade" em que o Estado nem sequer existiu (a maior parte delas até hoje).



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