um dos maiores trabalhos que tive na vida não foi o trabalho que individualmente fiz, foi em arranjar colaboradores dentro de uma parceria franca e aberta. Dá muito mais trabalho concretizar qualquer coisa com outrém, do que propriamente fazer qualquer coisa em si.
Felizes dos artistas plásticos, por exemplo, que apenas precisam do seu engenho e talento, do seu tempo disponivel, das suas telas, tintas e pincéis, e ainda por cima no fim vendem os quadros e ganham dinheiro. Como os invejo!
O que eu tenho sofrido com certos colaboradores, certos editores, certos decisores e outras pessoas complicadas. E quase todos apresentam razões muito verosímeis para acrescentar trabalho ao meu trabalho. Enough, era o que eu dizia se pudesse...! Raramente tive uma pessoa ao meu lado de quem pudesse dizer: dei a ideia e concretizou-a maravilhosamente. Com felizes e honrosas excepções, é claro.
Este mundo não deixa saudades.
Transferência "(...) A PSICANÁLISE INVENTOU DE FACTO UMA NOVA FORMA DE AMOR CHAMADA TRANSFERÊNCIA." JACQUES-ALAIN MILLER (Lacan Dot Com)
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
À última hora, o stress...
... greve da Groundforce nos aeroportos sexta e sábado!
Será que nos vão lixar a viagem?!
Não é possível !!!!!!!!!!!!
Será que nos vão lixar a viagem?!
Não é possível !!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Massacre de mensagens de Natal
... está lentamente a esmorecer... uf!
minha nossa senhora, que pesadelo.
Que bom é aproveitar estes dias para, na medida em que uma pessoa possa (é um luxo enorme, enorme, enorme),
escapar a estes ritos sazonais e dedicar-se a algo.
A algo.
Com algum sentido,
com montes de prazer.
Como diria uma amiga minha, abreviando:
"qu' horror! "
domingo, 22 de junho de 2008
animação
Há muita coisa chata, mas certamente uma das maiores é a ideia de ANIMAÇÃO.
Refiro-me em particular à ideia de fazer barulho público que certas quadras ou eventos acarretam, mas que ataca principalmente nesta época de verão.
Não há sossego.
Pela noite dentro, ecos de música pimba e outros ruídos insuportáveis são trazidos pelo vento ou impedem mesmo uma pessoa de descansar ou de se consagrar a uma actividade que exija concentração ou silêncio a que todos temos direito.
A animação de verão, verdadeira parada de horrores, ataca cidades e aldeias, invade tudo, até as praias, onde as juntas de freguesia instalam palcos em que "actuam" as mais incríveis criaturas. Por mim, não frequento, mas elas - os seus ecos - encarregam-se de chegar até aqui, como mosquitos ou outra praga que entra pelos mais recônditos sítios e nos invade o cérebro.
Eu sei que antropologicamente, democraticamente, correctamente (e outros terminados em mente) temos de aguentar com isto. Mas não posso deixar de me rebelar.
É horrrível.
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