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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Benjamim Pereira


(Clique na imagem para ler)

terça-feira, 23 de março de 2010

Homenagem a Benjamim Pereira em Lisboa

Caminhos e diálogos da antropologia portuguesa

Encontro de homenagem a Benjamim Pereira

Fundação Calouste Gulbenkian

16 e 17 de Abril de 2010

SEXTA-FEIRA 16 de Abril

9h30

Abertura

Clara SARAIVA (IICT/CRIA-FCSH)

Antropologia em movimento em Portugal

Catarina ALVES COSTA & CATARINA MOURÃO (CRIA/UNL & Laranja Azul)

Imagens e sons para o Benjamim

11h-13h30m

Objectos e técnicas

Fernando OLIVEIRA BAPTISTA (ISA)

Tracção animal e tecnologia tradicional.

Thomas SCHIPPERS (IDEMEC, Aix-en-Provence)

Le trilho revisité, quelques réflexions sur la persistance d'un outil archaïque aujourd'hui.

Christian BROMBERGER (IDEMEC, Aix-en-Provence)

Techniques et sociétés: quelques exemples iraniens.

Victor MESTRE (Arquitecto)

A influência da Antropologia em alguma arquitectura moderna portuguesa.

Manuela Ivone CUNHA & Jean-Yves DURAND (CRIA/UM)

Não são gigantes? Moinhos, geradoras eólicas e etnógrafos.

João de PINA CABRAL (ICS-UL)

A ambiguidade dos meios: um ensaio de ergologia sobre canoas de vinhático no Baixo Sul da Bahia.

13h30m-15h

Almoço

15h-17h

Gestos e Práticas

Paula GODINHO (IELT, FCSH-UNL)

Caretos transmontanos: entre o registo escondido, a conversão em património e a mercadorização.

Paulo RAPOSO (CRIA/ISCTE-IUL)

Festividades ciclícas em tempo de pós-ruralidade. Performance, Património e Turismo.

Manuela PALMEIRIM (Universidade do Minho)

Ritual e o uso objectificado da escrita: estudo de caso em Zanzibar.

Pedro PRISTA (ISCTE)

Coisas que o digam. Benjamim Pereira e a museologia etnográfica em Portugal

17h-17h30m

Lanche

17h30m-19h30

António MEDEIROS (ISCTE)

"O que se dizia do Minho antes que o Benjamim lá nascesse"

João LEAL (CRIA/FCSH-UNL)

Usos da História na equipa de Jorge Dias

Manuel Pedro FERREIRA (FCSH-UNL)

Os cantares polifónicos a S. João na tradição popular minhota.

Domingos MORAIS (IELP-UNL)

Música e dança no Museu Nacional de Etnologia.

SÁBADO 17 de Abril

10h-13h

Pessoas e Museus

João ALPUIM (Museu do Traje de Viana do Castelo)

Benjamim Pereira e a formação do Museu do Traje de Viana do Castelo.

Maria Olímpia Lameiras CAMPAGNOLO (CNRS)

Do “terreno” ao “museu”.

Paulo LONGO (Centro Cultural Raiano)

Descentralizar: O Centro Cultural Raiano e a etnografia Portuguesa

Ana Margarida FERREIRA (Museu de Aveiro)

As tecnologias tradicionais do linho e da seda no Museu de Francisco Tavares Proença Júnior.

13h-15h

Almoço

15h-17h

Pessoas e Museus

Pedro PACHECO (Arquitecto)

Museu da Luz - os registos da memória.

Maria João LANÇA (Museu da Luz)

Benjamim Pereira e o Museu da Luz.

Raquel Henrique DA SILVA (FCSH-UNL)

A antropologia como obra de arte: Benjamim Pereira no terreno

Paulo COSTA (IMC)

Do CEE ao MNE: percursos do património imaterial entre a Antropologia e a museologia

Rita JERÓNIMO

Da etnografia ao património imaterial: um percurso conceptual e pessoal

17h-17h30

Lanche

17h30m-19h30m

Encerramento

Rogério ABREU e Cláudia CASTELO (IICT)

À conversa com o Benjamim

Wulf KÖPKE (Museum für Völkerkunde Hamburg)

Desafios e possíveis respostas para um velho Museu de Etnologia numa capital Europeia actual.

Jean-Yves Durand (CRIA/UM)

E agora, Benjamim?

Miguel Vale de Almeida

Debate final

Actuação de grupo de música e dança

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Ao longo do evento:

Branca MORIÉS (IICT)

Exposição de obras de Benjamim Pereira

Cláudia FREIRE e Ana Margarida Campos (RPM)

Diaporama

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Claude Lévi-Strauss 1908-2009






Faleceu Lévi-Strauss.
Com ele desaparece simbolicamente toda uma fase crucial do pensamento contemporâneo. Acabo de receber esta notícia por mail, da revista Sciences Humaines (newsletter) (contacto: sciences-humaines@scienceshumaines.com):
"L'anthropologue et écrivain Claude Lévi-Strauss est mort dans sa 101ème année, avons-nous appris ce mardi 3 novembre. Né le 28 novembre 1908 à Bruxelles, il a été l'une des voix majeures des sciences humaines du vingtième siècle. En un siècle, il a accompli ce que peu de scientifiques réalisent : une carrière d’ethnologue, une oeuvre d’écrivain et une trajectoire intellectuelle qui a imprégné l'ensemble des sciences humaines et sociales. Il fut notamment l'une des figures fondatrices du structuralisme. Son livre le plus célèbre, Tristes Tropiques (1955), ouvrage tout à la fois autobiographie, philosophique et ethnographique, aura rencontré un public mondial. Trois ans plus tard, son Anthropologie structurale jette les bases de son travail théorique en matière d'étude des peuples premiers et de leurs mythes.

SciencesHumaines.com lui rend hommage cette semaine, en publiant, en accès libre, l'intégralité du dossier Lévi-Strauss, que nous lui avons consacré à l'occasion de ses 100 ans, et qu'il avait pu lire. Ce dossier contient, outre les clés pour mieux appréhender son rôle et mieux comprendre son oeuvre, des textes rares et inédits signés Claude Lévi-Strauss."

http://www.scienceshumaines.com/comprendre-claude-levi-strauss_fr_329.htm




Communique Philippe Benichou
philelis@noos.fr :

JOURNAL DES JOURNÉES
Sad News, Sad Tropics

Nous apprenons avec une grand émotion
le décès de Claude Lévi-Strauss,
dont l’inspiration a été déterminante
dans la genèse et les premiers développements
de l’enseignement de Lacan.
Nous nous inclinons avec respect
devant la mémoire de ce grand homme.
Ce n’est pas un vain mot que de dire
que son œuvre restera vivante -
pour les ethnologues, on ne sait pas,
c’est une peuplade qui mange ses totems,
mais pour les psychanalystes, c’est sûr,
au moins pour nous.
Je rappelle ici le nom de Roman Jakobson,
dont Lévi-Strauss et Lacan furent les amis et les élèves,
et à qui nous sommes tous redevables.
Il doit y avoir un quatrième :
Saussure ? Dumézil ? Bourbaki ? le Foucault des Mots et les choses,
qui fut leur philosophe, leur chouette de Minerve ?
ou Mallarmé, qui sait ?
Tel qu’en lui-même, Lévi-Strauss s’en est allé,
altier et mélancolique génie du structuralisme.
Il dut batailler dur avant d’être reconnu,
et de forer l’espace, de construire la maison,
où nous vivons encore.
On ne reverra pas son pareil.

Jacques-Alain Miller, le 3 novembre 2009, 18h 15




sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O HOMEM LIVRE Mito, Moral e Carácter numa Sociedade Ameríndia




Livro de Filipe Verde
editado pela Angelus Novus, uma excelente editora!
Página web: http://www.angelus-novus.com/livros/


VERDE, FILIPE

"É Professor no Departamento de Antropologia do ISCTE e investigador do CRIA-CEAS. A sua pesquisa mais recente centrou-se num contexto clássico da etnografia ameríndia, os Bororo (Brasil), e na teoria e epistemologia da Antropologia.

Sobre o livro

Os homens são o que são pela sua natureza. Dir-se-ia que esta é uma fórmula demasiado vaga, mas tem afinal um sentido preciso, cru e verdadeiro. A natureza é, como o diz a expressão inglesa, drive, impulso, a compulsão e omnipotência do desejo, o que radica no que está antes da reflexão e do julgamento, o que é, e é como necessidade – de respirar, de comer, de fazer sexo, por vezes de agredir. Tudo isso é necessário, é a condição da vida sempre e em todos os lugares, e tudo isso é desejado e é desejado porque é bom, porque sacia a necessidade e saciar a necessidade dá prazer.

E o que os Bororo nos ensinam é que o homem é tanto mais capaz de superar a natureza quanto mais é capaz de se reconhecer como parte dela."


Todos estes dados são retirados da página web da Angelus Novus, onde também pode aceder por aqui:
http://www.angelus-novus.com/index2.php

terça-feira, 19 de maio de 2009

Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia


"O Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia realiza-se em Lisboa entre os dias 9 e 11 Setembro e conta com 50 propostas de temas para apresentação de comunicação.
Ver:http://www.apantropologia.net/congresso2009/4congresso_paineis.asp


Envie uma proposta de comunicação já esta semana.
O prazo termina no dia 23 de Maio (sábado).

Veja como é fácil submeter
uma proposta de comunicação em
http://www.apantropologia.net/congresso2009/4congresso_comunicacoes.asp


Contamos com a participação de antropólogos de vários países e proveniências para um evento que estimamos ser de enorme impacto e interesse para todos os que se cruzaram ou se querem cruzar num fórum antropológico internacional em Portugal."


APA - Lisboa


quarta-feira, 15 de abril de 2009

COMO NOS TORNÁMOS HUMANOS? - Museu da Ciência da UC

DARWIN E A EVOLUÇÃO (16 Abril, 15h00)
COMO NOS TORNÁMOS HUMANOS?

Eugénia Cunha
Antropóloga, Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra

Esta pergunta recorrente que se coloca desde sempre vai buscar respostas a várias ciências e permanece um dos maiores desafios da Antropologia e da Biologia. Leva-nos a uma inevitável e fascinante viagem ao nosso interior e no tempo porque o entendimento de onde viemos elucida também sobre para onde vamos.

Sabendo que a evolução não é gratuita e que só quando os benefícios de uma dada mudança evolutiva superam os custos é que o processo avança, é um desafio destrinçar as cada vez mais peças chave deste intrincado ser que somos com a certeza de que muitas das questões só serão respondidas ao longo do próximo século, quiçá, no próximo grande aniversário de Darwin que, acredito, continuaria a dizer "Light will be thrown on the origin of man and history".

http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=22&iId=91


--

DIVULGAÇÃO
Museu da Ciência
Laboratorio Chimico
Largo Marquês de Pombal
3000-272 Coimbra

E. divulgacao@museudaciencia.pt
T. 239 85 43 50
F. 239 85 43 59

domingo, 12 de abril de 2009

Philippe Descola





No dia 8 de Abril foi matar saudades do Collège de France, onde dei aulas em 2000... assistir, com a Susana, a uma das lições do curso que o antropólogo Philippe Descola está a dar sobre "Ontologie des Images". Cá fora ainda houve tempo para uma breve troca de impressões com ele e outros colegas... sempre a brevidade de tudo o que verdadeiramente interessa!


quarta-feira, 4 de março de 2009

Etnografia dos espaços públicos urbanos: entre práticas insurgentes de cidadania e expressões da mediação



No âmbito da VIII Reunião de Antropologia do MERCOSUL (RAM), a

realizar-se em *Buenos Aires**, Argentina*, entre *29 de e 2 de Outubro
de 2009, Marluci Menezes (LNEC, Lisboa), Caterine Reginensi (*ENSAT,
Toulouse / FACI / UFRJ, Rio de Janeiro) e Mónica (UBA, Buenos Aires)
convocam para a apresentação de propostas no âmbito do GT 70 -
*Etnografia dos espaços públicos urbanos: entre práticas insurgentes de
cidadania e expressões da mediação **(sinopse da proposta em anexo e
referida no site:
**http://www.ram2009.unsam.edu.ar/paginas/grupos_trabajo.html *)*.*

Dados para a apresentação de propostas (in 4ª circular do VIII RAM -
http://www.ram2009.unsam.edu.ar ):

1. Data limite para envio dos resumos: *30 de Março* de 2009;
2. Forma de apresentação dos resumos: a) Fonte Times New Roman 12; b)
espaço entre linhas simples; c) 300 palavras.
3. Conteúdo do resumo: a) título; b) autoria, pertença institucional
e contactos (morada, telefone e e-mail); c) 3 palavras-chaves.

As propostas deverão ser enviadas por e-mail para as três coordenadoras
do GT 70 e cujo contactos são:

Marluci Menezes - marluci@lnec.pt

Caterine Reginensi - creginensi@gmail.com

Monica Beatriz Lacarrieu - mobla@uolsinectis.com.ar

https://lepus.lnec.pt/webmail/src/compose.php?send_to=mobla%40uolsinectis.com.ar


Abaixo segue a sinopse da proposta do GT 70 proposto no âmbito da VIII
Reunião de Antropologia do MERCOSUL - RAM - *Buenos Aires, Argentina** -
**29 de septiembre al 2 de octubre de 2009*

1. _Título do Grupo de Trabalho (GT)_

*Etnografia dos espaços públicos urbanos: entre práticas insurgentes de
cidadania e expressões da mediação***

2. _Justificação do Tema_

A iminência de contextos que evocam práticas diversificadas - umas
formais, outras informais, umas vísiveis, outras nem tanto - e que
inferem usos e contra-usos plurais dos espaços públicos urbanos (EPU),
evoca a necessidade de questionar ou pelo menos de complexificar as
abordagens que tendem a anunciar a /morte /desses espaços. Em causa
parece estar a premente necessidade de melhor observar, descrever e
analisar o presente etnográfico que enforma tais contextos. Uma primeira justificação para essa necessidade assenta na aparente circunstância de que as abordagens que evocam o fim dos EPU - nomeadamente através do sublinhar da sua situação de crise, decadência, abandono e de privatização da esfera pública - tendem, conforme assinalou Magnani (2002), a ocultar determinados tipos de actores sociais (ex. moradores, utentes), sobrepondo alguns outros tipos de actores e lógicas – (ex. as elites, as forças económicas, especulativas e políticas). Não obstante a importância que lógicas hegemónicas possam ter na análise dos contextos urbanos, a necessidade de melhor conhecer o presente etnográfico é, cada vez mais, importante para se compreender as múltiplas lógicas - e que podem estar em conflito, ser paralelas ou justapostas - que definem a experiência/vivência como o papel dos espaços públicos urbanos na urbe contemporânea. Isto é, importa conhecer melhor a diversidade das práticas de uso e apropriação destes contextos sociais, de modo a articular sincronia e diacronia, práticas formais e informais, como as relações entre espaço, indivíduos e/ou grupos, assim introduzindo lógicas dissonantes, multidimensionais e plurais no âmbito do registo, análise e compreensão das práticas. Parte-se aqui do princípio de que os EPU são contextos de mediação através do qual as identidades sociais, práticas e imagens socio-espaciais podem ser criadas e contestadas. Na verdade, considera-se tais espaços contextos privilegiados de observação, análise e conhecimento de práticas insurgentes de cidadania (Holston, 1996). O objectivo deste GT é construir uma arena de discussão que, através da captação de etnografias, nomeadamente aquelas que de algum modo expressem dinâmicas associadas às expressões latino-americanas (contextos locais, nacionais ou transnacionais, destacando-se as manifestações associadas aos (i)migrantes) que, ao salientar a diversidade de práticas, usos e contra-usos de espaços públicos urbanos contemporâneos, contribua para uma melhor elucidação dos aspectos e dinâmicas que permitam actualizar a ideia de que esses espaços são contextos privilegiados de cidadania insurgente. Parte-se aqui do pressuposto de que estes espaços simbolizam a comunidade como a sociedade e a cultura mais abrangente na qual se integram, fazendo parte do conhecimento que se tem da cidade, contribuindo desse modo para se pensar a relação entre espaço, cultura e sociedade. Pelo que, no sentido de estimular a discussão, questionamo-nos sobre: qual o significado do espaço público para os seus distintos utilizadores? De que modo as práticas se manifestam e interferem na paisagem urbana? Como se expressa a relação entre actores sociais, práticas, espaço e tempo? Qual é o papel dos EPU como espaços de mediação e confronto; como contextos que propiciam o lazer e o trabalho; como contextos de inclusão e exclusão, mas também de conflito e de protesto? De que maneira o espaço público se torna significante no processo de construção social da cidade, da cidadania?

Este GT procura reunir trabalhos que, a partir da etnografia de espaços
públicos metropolitanos, abordem lógicas formais e informais de
apropriação do espaço público por parte de diferentes actores sociais -
comerciantes, vendedores ambulantes, turistas, sem tetos, meninos de
rua, prostitutas, moradores, frequentadores usuais, etc. -, que
potenciem situações de conflito e sugiram expressões de resistência que,
entretanto, possam ser discutidas a partir da noção de “cidadania
insurgente”. Interessará também trabalhos que foquem as situações de
protesto em espaço público que, identificados com dinâmicas de repetição ao longo do tempo, pudessem viabilizar uma discussão sobre a ideia de “movimentos de cidadania insurgente na(s) metrópole(s)” estudada(s).
Nesta óptica, será também de interesse angariar trabalhos resultantes de
etnografias de cunho comparativo que, por exemplo, foquem dois ou mais contextos em uma mesma metrópole; ou abordem dois (ou mais) espaços em metrópoles distintas.

3. _Coordenação_

Marluci Menezes - Doutora em Antropologia, Investigadora do Núcleo de
Ecologia Social (NESO) do Laboratório Nacional de Engenharia Civil
(LNEC); Endereço: LNEC, Av. do Brasil, n.º 101, 1700-066 Lisboa,
Portugal; Tel.: (351) 21 84437587, Fax: (351) 318443027, e-mail:
marluci@lnec.pt

Caterine Reginensi - Doutora em Antropologia, Docente na Escola de
Arquitectura de Toulouse / França (ENSAT), Investigadora do GRECAU
(Groupe de Recherche Conception Environnement Architectural et Urbain) do ENSAT e do FACI (Núcleo de Pesquisa Favela e Cidadania) da Escola de Serviço Social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro);
Endereço: GRECAU, 83, Rue Aristide Maillol-BP 1062931106, Toulouse
Cedex1 França, tel.: Fone +33 562114904, Fax: +33562115049, email:*
*creginensi@gmail.com

Monica Beatriz Lacarrieu - Doutora en Antropologia Social, Profesora Universidad Buenos de Aires (UBA), Investigadora Conicet; Enereço: Carlos Calvo 711 (1102) Capital, Buenos Aires, Argentina; Tel: 4300-5663, email: mobla@uolsinectis.com.ar
https://lepus.lnec.pt/webmail/src/compose.php?send_to=mobla%40uolsinectis.com.ar


4. _Palavras-chave:_

Cidadania insurgente, presente etnográfico, espaço público urbano

5. _Bibliografia citada:_

Holston, J. “Espaços de cidadania insurgente” in: /Revista do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional/ nº 24, Rio de Janeiro, IPHAN, 1996, p.
243-253.

Magnani, José Guilherme Cantor (2002) /–/* “*Insider and a close-up
view: notes on urban ethnography”./ //Revista Brasileira de Ciências
Socais/; Vol. 17, N.º.49, p.11-29.

Fonte: geografia-pt@yahoogroups.com


sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Povos indígenas do Brasil

Vai realizar-se na próxima segunda-feira dia 19/1, pelas 14.30h (Anf. I),
no âmbito do Ciclo de Seminários do Departamento de Antropologia (FCTUC), a

Visualização do Filme:

"Os Guarani Mbyá"

seguido de Debate moderado por:

Márcia e Robert Suchanek

Jornalistas ambientais que desde 1987 trabalham sobre os Direitos humanos e
povos indígenas no Brasil



Organização: CIAS e Departamento de Antropologia

Entrada livre

Contacto:


Doutora Ana Maria Silva
Departamento de Antropologia
Universidade de Coimbra
3000 - 056 Coimbra
PORTUGAL

Tel: 239 829051
Fax: 239 823491

e-mail:amgsilva@antrop.uc.pt

sábado, 1 de novembro de 2008

Estrutura do campo religioso

Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

SEMINÁRIO de Leitura Avançada

2008/2009

SLT5
Seminário de Linha Temática PERMOB

Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

11h

Sala Polivalente

Estructura del campo religioso.
Una propuesta antropológica.

Elio Masferrer

Escuela Nacional de Antropologia e Historia, México
Asociación Lationamericana para Estudios de las Religiones

Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, nº 9 - 1600 - 189 Lisboa
Tel: (351) 21 7804700
URL: http://www.ics.ul.pt