terça-feira, 10 de novembro de 2009

Doutoramento em Arqueologia na Faculdade de Letras do Porto


Doutorou-se hoje em Arqueologia, pela Faculdade de Letras do Porto, Gonçalo Leite Velho, docente do Instituto Politécnico de Tomar.
Obteve a mais elevada classificação, aprovado com distinção. As provas decorreram com brilho, constatado por muitas pessoas que se deslocaram ao Porto, e concretamente à FLUP e seu anfiteatro nobre.
Foram arguentes os Profs. Joaquim Ramos de Carvalho, da Universidade de Coimbra, e Luiz Oosterbeek, do Instituto Politécnico de Tomar. Pronunciaram-se ainda os outros membros do júri, presidido pela Profa Fátima Marinho, da FLUP: Profs. Adélio Melo, Vítor Oliveira Jorge e Susana Oliveira Jorge, todos da FLUP.
Foi um momento alto da "escola do Porto", pois se trata de uma obra que abre vias novas à reflexão e à metodologia no âmbito da arqueologia que se faz e pensa em território nacional. Está assim de parabéns o novo doutor, e também a FLUP e o IPT. Uma palavra de reconhecimento para Susana O. Jorge, que foi a primneira orientadora desta dissertação, e para Adélio Melo, que muito ajudou no âmbito filosófico que a tese tem.
Acima reproduz-se a capa da dissertação.


2 comentários:

Egípcia disse...

Parabéns.

Vitor Oliveira Jorge disse...

Saíu na lista Archport, hoje:
Doutorou-se hoje em Arqueologia, pela Faculdade de Letras do Porto, Gonçalo Leite Velho, docente do Instituto Politécnico de Tomar. A tese defendida intitula-se “Castelo Velho, A Natureza e o Tempo: questões relativas à Re-construção de um lugar”.
Obteve a mais elevada classificação, aprovado com distinção. As provas decorreram com brilho, constatado por muitas pessoas que se deslocaram ao Porto, e concretamente à FLUP e seu anfiteatro nobre.
Foram arguentes os Profs. Joaquim Ramos de Carvalho, da Universidade de Coimbra, e Luiz Oosterbeek, do Instituto Politécnico de Tomar. Pronunciaram-se ainda os outros membros do júri, presidido pela Profa Fátima Marinho, Presidente do CC da FLUP: Profs. Adélio Melo, Vítor Oliveira Jorge e Susana Oliveira Jorge, todos da FLUP.
Foi um momento alto da "escola do Porto", pois se trata de uma obra que abre vias novas à reflexão e à metodologia no âmbito da arqueologia que se faz e pensa em território nacional.

VOJ