Transferência "(...) A PSICANÁLISE INVENTOU DE FACTO UMA NOVA FORMA DE AMOR CHAMADA TRANSFERÊNCIA." JACQUES-ALAIN MILLER (Lacan Dot Com)
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Novo livro de Tim Ingold anunciado para 8 de Maio
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Atenção: amanhã na FLUP
Provas de Doutoramento no Ramo de Conhecimento em Arqueologia
da Mestre Alexandra Águeda de Figueiredo (IPT, Tomar)
Amanhã, dia 23 de Fevereiro de 2007 - 15.00 horas - Anfiteatro Nobre - Apreciação da tese intitulada:
COMPLEXO MEGALÍTICO DE REGO DA MURTA
Pré-História Recente do Alto Ribatejo (V-IIº Milénio A.C): Problemáticas e Interrogações
serão arguentes as Professoras Doutoras Ana Maria dos Santos Bettencourt (UM) e Maria de Jesus Sanches (FLUP)
da Mestre Alexandra Águeda de Figueiredo (IPT, Tomar)
Amanhã, dia 23 de Fevereiro de 2007 - 15.00 horas - Anfiteatro Nobre - Apreciação da tese intitulada:
COMPLEXO MEGALÍTICO DE REGO DA MURTA
Pré-História Recente do Alto Ribatejo (V-IIº Milénio A.C): Problemáticas e Interrogações
serão arguentes as Professoras Doutoras Ana Maria dos Santos Bettencourt (UM) e Maria de Jesus Sanches (FLUP)
Atenção: hoje - entrada livre! Faculdade de Letras do Porto
Conferência de Arqueologia
DCTP - Secção de Arqueologia
A Secção de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património vai realizar a conferência
"Impressões de uma Missão de estudo na região de Stonehenge (Reino Unido, Setembro de 2006)"
pelos doutorandos João Muralha (Lisboa), Gonçalo Leite Velho (Tomar) e Ana Margarida Vale (Porto).
Esta conferência terá lugar pelas 15h30, na Sala de Reuniões (2.º Piso).
Entrada Livre
DCTP - Secção de Arqueologia
A Secção de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património vai realizar a conferência
"Impressões de uma Missão de estudo na região de Stonehenge (Reino Unido, Setembro de 2006)"
pelos doutorandos João Muralha (Lisboa), Gonçalo Leite Velho (Tomar) e Ana Margarida Vale (Porto).
Esta conferência terá lugar pelas 15h30, na Sala de Reuniões (2.º Piso).
Entrada Livre
Pare, escute e olhe(-se)

Tantas pessoas vivem no mundo das evidências, das coisas naturais!
Porém “nada está escrito”; nada é natural, no sentido de ser definitivo, ou como deve ser.
O que é interessante neste mundo é que ele está sempre em mutação; e o que hoje existe como natural, espontâneo, evidente, dará um dia lugar a outros mundos, que igualmente serão sentidos e vividos e pensados pela maioria das pessoas com uma convicção total.
Muitas pessoas não abrem nunca a porta por onde pode entrar a dúvida; refugiadas na certeza, na rotina, no hábito, estão bloqueadas na sua criatividade, na sua própria reinvenção como pessoas.
Mas é próprio dessa atitude não se reflectir, e por isso as pessoas não se vêem como estranhas, vêem-se como naturais. Os estranhos são os que interrogam, os que põem em causa, os que vêm perturbar a rotina securizante ou a banalidade dos dias, vividos no afã da sobre(vivência).
Espreitem, por favor – em qualquer frincha, em qualquer traço, “há mais mundos”; sobretudo, há muitos “modos de fazer mundos”.
Siga cada um até ao fim o seu desejo - reinvente-se.
Adenda: tudo o que foi dito tem um sentido subliminar: visa valorizar o enunciante como alguém que não só não se preocupa com a sobrevivência banal, como ainda por cima dá sentenças e conselhos moralizantes aos outros.
Por isso, não confie no que eu digo. Pense por si.
Porém “nada está escrito”; nada é natural, no sentido de ser definitivo, ou como deve ser.
O que é interessante neste mundo é que ele está sempre em mutação; e o que hoje existe como natural, espontâneo, evidente, dará um dia lugar a outros mundos, que igualmente serão sentidos e vividos e pensados pela maioria das pessoas com uma convicção total.
Muitas pessoas não abrem nunca a porta por onde pode entrar a dúvida; refugiadas na certeza, na rotina, no hábito, estão bloqueadas na sua criatividade, na sua própria reinvenção como pessoas.
Mas é próprio dessa atitude não se reflectir, e por isso as pessoas não se vêem como estranhas, vêem-se como naturais. Os estranhos são os que interrogam, os que põem em causa, os que vêm perturbar a rotina securizante ou a banalidade dos dias, vividos no afã da sobre(vivência).
Espreitem, por favor – em qualquer frincha, em qualquer traço, “há mais mundos”; sobretudo, há muitos “modos de fazer mundos”.
Siga cada um até ao fim o seu desejo - reinvente-se.
Adenda: tudo o que foi dito tem um sentido subliminar: visa valorizar o enunciante como alguém que não só não se preocupa com a sobrevivência banal, como ainda por cima dá sentenças e conselhos moralizantes aos outros.
Por isso, não confie no que eu digo. Pense por si.
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