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sexta-feira, 28 de maio de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O meu próximo pequeno/grande luxo: a melhor compacta actualmente existente!




Ou será este? Já estou indeciso!







Realmente esta é tentadora...


Source: youtube

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Quando eu em breve me apanhar com uma destas, é que vocês vão ver!







Especificações da Leica X1:

Sensor: CMOS APS-C com 12.2MP
Vídeo: não
Lente:24 mm f/2.8 (equiv. a 35mm em 135)
Sensibilidade: ISO 100-3200
Velocidade do obturador: 30-1/2000 sec


Leica é Leica e o resto... enfim...
Estou farto de andar a brincar em fotografia!
Vou tirar um curso prático! Só vejo fotos por todo o lado. A vida passou a ser um pretexto para tirar fotos!




Cartão de memória: SD, SDHC

sábado, 24 de outubro de 2009

Exposição de Augusto Alves da Silva em Serralves (inaugurou ontem)
















































































(Clique na imagem para ampliar o documento, distribuído aos visitantes)



Uma luxúria do olhar! Num sítio de eleição... vale a pena o catálogo!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Augusto Alves da Silva em Serralves












AUGUSTO ALVES DA SILVA




23 OUT 2009 - 31 JAN 2010 - MUSEU

"Augusto Alves da Silva (n. 1963, Lisboa) é um dos mais importantes artistas portugueses revelados na década de 1990. Embora não trabalhe exclusivamente com a fotografia, é neste meio que tem executado alguns dos trabalhos mais marcantes no contexto artístico português dos últimos vinte anos. Augusto Alves da Silva tira partido da ilusória neutralidade da fotografia e dos códigos convocados automaticamente por determinados regimes de imagens (paisagem, retrato), apresentando imagens claras, nítidas, em que o excepcional nunca salta à vista, antes tendo de ser procurado; em que, no fundo, nunca nada é dado a ver de forma imediata, promovendo um diferimento que desmente retrospectivamente, consoante olhamos mais atentamente para cada imagem, aquilo que, num primeiro olhar, ela parecia significar. Esta será a primeira exposição retrospectiva de um dos mais importantes fotógrafos portugueses da actualidade."

Comissariado: João Fernandes
Produção: Fundação de Serralves


Fonte: Fundação de Serralves
http://www.serralves.pt/actividades/detalhes.php?id=1569

sábado, 26 de setembro de 2009

Belíssimo álbum de fotos...





de Carlos Nolasco e Khalid Fekhari

http://www.ces.uc.pt/eventos/evento126.php

de que me permito reproduzir aqui uma de Petra (2004)

Exposição ALSUL, em Coimbra, no CES, até 16 de Outubro.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

sábado, 22 de agosto de 2009

Bons links fotográficos em:

http://www.alsul.org/index.php?x=links


e



http://www.noushinblog.com/links.html

ALSUL


Exposição Fotográfica
ALSUL

14 de Setembro a 16 de Outubro de 2009, Centro de Estudos Sociais, Coimbra


Apresentação | No jogo dicotómico que opõe os pontos cardeais, o Sul localiza-se exactamente no lado oposto ao que se encontra o Norte, consequentemente, do lugar em que nos encontramos, virando costas ao Norte, confrontamo-nos com uma terra sofrida pela inclemência do tempo e pela prepotência dos homens, uma terra de fôlego e alento, que sendo frágil às força avassaladora dos conquistadores, deixou passar todas as invasões e violentações e, sem muros nem ameias, permaneceu inviolada nos segredos e misticismos. O Sul é a ferida por sarar na consciência do Norte. Num mundo exausto, esta é a terra de um sonho infinito que alimenta as promessas de um novo paradigma em que conhecer não significa dominar e explorar e onde o suor, o sal, o samba, a salsa, os sorrisos e o Sol são os ingredientes com que se tempera uma nova emancipação. Na emocionada geografia contemporânea, o Sul já não é mais um ponto cardeal, e, mais importante do que não perder o Norte é encontrar o Sul. Neste jogo de metáforas, as fotografias expostas são as imagens que nos emocionam, e nada nos emociona tanto como Al Sul.

Notas biográficas | Carlos Nolasco é natural de Serpa, vive em Coimbra, é docente de Ciências Sociais e doutorando do CES. Khalid Fekhari é natural de Marraquexe, vive em Aveiro e é doutorado em Antropologia pela Universidade KKK. Realizaram ambos, em Dezembro de 2005, no IPJ de Viseu, a primeira exposição intitulada Acasos. Em Julho de 2007, no Café de Santa Cruz, em Coimbra, efectuaram a segunda exposição denominada Marraquexe Simplesmente. Em 2008, realizaram no Café de Santa Cruz e no Instituto Piaget a terceira exposição designada Pequenos Mamiferos. Alguns dos seus trabalhos poderão ser observados em www.alsul.org



Fonte: http://www.ces.uc.pt/eventos/evento126.php

quarta-feira, 18 de março de 2009

fotografia - curso

Encontram-se abertas as inscrições no curso de fotografia arqueológica a realizar no próximo dia 18 de Abril.
Danilo Pavone
INFOBLOG http://arqueofoto.blogspot.com

--
Rua da Escola 27, 3150-220 Condeixa-a-Velha · +351 917 976 395 / +351 239 948 146 · www.danilopavone.com
www.pavoneereis.com

terça-feira, 10 de março de 2009

fotografia(s) !


(Clique na magem para ampliar)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

praia de inverno...o litoral do Porto....Porto's beach in the winter

património: o vazio que enche o Vazio


as geometrias por vezes custam a subir


convulsão de espuma, avidez das rochas em comer a água




já alguém aqui passou.



sei lá onde isto leva


As figuras estão sempre de costas, a fugir da imagem, a querer escapar à moldura inexorável.


o verde irrompe sempre em tufos, contra o azul.


vagas nuances.



multiplicação do mesmo, ou a solidão dos indivíduos.





as formas gordas dilatam o amarelo.


há uma expectativa, mas é baixa.



nascemos na água, mas ninguém nos recolheu.



sempre que o dia se desfoca, aparece a noite que está dentro dele guardada.



tudo pousado, tudo demasiado horizontal.


Inseminação pela luz.



Confluência para o ponto.



Hitchcock está de volta.



o ar estava tão leve que algumas gaivotas eram aspiradas para cima...



é difícil tapar tudo...


__________________________________
... se quiserem ver umas fotos minhas menos más, vão ao meu site do deviantArt... ver o link noutra postagem recente deste blogue... atenção que eu sou um fotógrafo muito medíocre! É disparar e pronto! Mas aceito modelos femininos. NB: só quero rostos, onde se exprime a pessoa toda.
I am a very bad photographer... I do not have time to dedicate myself to so many activities... anyway, give a look at my page in deviantArt...in some days I hope to have there more stuff.


domingo, 23 de novembro de 2008

fotografia: algumas notas preliminaríssimas


Fotografia, desejo de posse... “Posse” sexual, “posse” (fantasia) erótica - ver por exemplo o filme paradigmático de Antonioni, “Blow up”...
E portanto também pulsão de morte, fascinação produzida pelo cadáver...
Fascínio nostálgico pelo resto, pelo vestígio, pelo testemunho...
De cujo fetichismo a arqueologia é apenas um sintoma entre muitos...
Mas cujo ápice se vê na fotografia (e em geral) na imagem pornográfica, que nos atrai tal qual como nos atrai o cadáver: a exposição total do outro como objecto “disponível” à nossa contemplação voyeurista e solitária (claro que toda a gente nega isso em público e condena como obsceno, isto é, fora de cena, que deve sair de cena, como se não fosse sempre o que só se entrevê que verdadeiramente nos atrai e eventualmente seduz!). O que se passa com a pornografia, porém, e daí a frustração das pessoas, é que ela revela, ao mostrar tudo, que não está lá nada, isto é, revela da forma mais perfeita o álibi da imagem, do ícone: o ícone não representa nada, representa-se a si próprio.
(A pornografia não apela à acção com o outro, mesmo quando o outro pornografado nos olha insistentemente, como se quisesse ser cúmplice do nosso olhar “maravilhado” - o "gaze" dos ingleses).
Nesse sentido, de aproximar enormemente a suposta intimidade do outro, evitando o seu contacto, o seu contágio, a nossa sociedade é ontologicamente pornográfica, a pornografia (aliás, como o turismo, uma das maiores “indústrias” em expansão) é-lhe constitutiva.
As tradicionais fronteiras entre o erótico (permitido) e o pornográfico (proibido) estão a esbater-se...
Veja-se por exemplo a notícia do "The Guardian" (Tuesday October 4 2005) a propósito do conhecido fotógrafo japonês, tão divulgado pela Taschen: “Dirty pretty things Nobuyoshi Araki has been called a monster, a pornographer and a genius - and the photographer quite agrees. Adrian Searle sees his extraordinary new show”
tendo uma legenda de uma fotografia esta frase: “His libidinous images are driven by subjectivity and desire.”
Outro exemplo: o checo Jan Saudek (igualmente publicado pela Taschen), que diz: "I still dream of the day when I will take a photograph so beautiful that it can be called love." (a propósito do lançamento de um seu livro com imagens de homens e de mulheres, lançado por aquela editadora). Como “arte” (num sentido que contribui para indistinguir arte e técnica) prototípica da modernidade (séc. XIX e seguintes), a fotografia situa-se no afiado gume entre a vida (o desejo) e a morte (a frustração, o luto), na medida em que ela constitui a identidade e a memória modernas como desejo, e ao mesmo tempo este alimenta-se do seu próprio horizonte de impossibilidade. Um desejo nunca se cumpre, ou então desaparece para dar lugar a outro. A fotografia faz viver uma nova realidade, que nunca tínhamos visto antes, e congela, cadaveriza, codifica essa vida num arquivo infinito antes inimaginável. Esse arquivo simboliza o nosso desejo (diríamos insensato, infantil) de totalidade, de fulfillment, de jouissance
A fotografia está assim inevitavelmente ligada ao luto e à nostalgia, ao desencantamento do mundo moderno, da perda da aura de que fala Benjamin. Ou seja,à substituição do modelo (imagem única) pela série (imagem reproduzida/reprodutível pela técnica) de que fala Jean Baudrillard em “O Sistema dos Objectos”. Mas está também relacionada com um formidável dispositivo de observação, registo, documentação, identificação, judicialização, repressão, que se liga ao Estado, à docilização moderna da consciência/corpo dos sujeitos, a um fantástico (fantasmático) aparelho de controlo, que cada um de nós imita e reproduz quando “tira” uma fotografia ou é fotografado.
Fotografia, morte, memória, luto, nostalgia, arquivo, codificação/indexação, identidade/identificação: eis palavras que andam entre si "coladas"...
__________
Foto (rep. aut.) : Pawel Sujecki
Fonte: http://strony.aster.pl/pas/nude.html



segunda-feira, 10 de novembro de 2008

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Paul Strand. Retrospectiva 1915-1976 - em Vigo




Vídeo de David Cabezón para Xataka Foto. Exposición retrospectiva de la obra de Paul Strand inédita en España, organizada por la Aperture Foundation -depositaria del Paul Strand Archive-, el Philadelphia Museum of Art y la Fundación Barrié de la Maza

Source: http://www.youtube.com/watch?v=3OrTznwWbXE

sábado, 25 de outubro de 2008