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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Lançamento do livro Memória e Artifício: Matéria do Património II

SPEP




CONVITE: sexta-feira, 4 Dez, 18:30 . Lançamento do livro Memória e Artifício: Matéria do Património II (coords. António Medeiros e Manuel João Ramos)






Secção Profissional de Estudos do Património
Sociedade de Geografia de Lisboa
Telf. 21 3425401 – Fax: 21 3464553


O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa tem a honra de convidar V. Exa. para o lançamento do livro Memória e Artifício: Matéria do Património II coordenado pelos Profs. Doutores António Medeiros e Manuel João Ramos (volume nº11 da colecção Memórias da Sociedade de Geografia de Lisboa).

Este lançamento realiza-se no próximo dia 4 de Dezembro pelas 18h30 na Sala de Convívio da nossa Sociedade.

O Prof. Doutor Manuel Maria Carrilho, Embaixador de Portugal junto da UNESCO, em Paris, fará a apresentação desta obra.

O livro Memória e Artifício: Matéria do Património II, agora publicado, constitui o segundo volume de uma série dedicada à análise inter-disciplinar do conceito de "património intangível" e da problemática do património em geral.

Participam no livro:

Luís Aires-Barros (Apresentação)



António Medeiros e Manuel João Ramos (Introdução)



James W. Fernandez e Renate L. Fernandez (Práticas Patrimoniais: Contextos Semânticos)



Werner Krauss (O Jardim do Paraíso: Memórias dos Poetas do Sudoeste Português)



Luísa Tiago de Oliveira (Memórias Decisoras e Decididas da Revolução)



António Motta (Cenografia da Última Casa: Memória e Processos Sociais nos Cemitérios Brasileiros)



Xaquín S. Rodríguez Campos (Os Perigos da Cultura-Espectáculo: Turismo e Identidades Locais)



Frances Slaney (Matéria e Memória no Museu Nacional do Canadá)



António Medeiros (Fronteira e Representações da Morte no Noroeste Ibérico)



Ana Paula Zacarias (No Cofre da Memória: Etnografia de um Enlace Diplomático na Unesco)



Francesco Romanello (Arte Indígena e Propriedade Intelectual: Desafio à Imaginação Legal)



Manuela Reis (Noções de Património na Sociedade Portuguesa)



Joana Cunha Leal (Baixa Pombalina: Estratégias de Legitimação Patrimonial)



Ascensión Barañano e María Cátedra (As Roupas Novas do Imperador: Os Museus de Antropologia em Madrid e a Criação do Museu do Traje)



Vitor Oliveira Jorge (Teatro e Arqueologia: Alguns Apontamentos para uma Nova/Antiga Interface)



Pedro Abreu (O Destino do Monumento)



José Duarte Gorjão Jorge (Os Artifícios da Memória)



Pedro Janeiro (Ressalvando as Aparências: Apontamentos sobre a Memória, a Imaginação e o Valor do Monumento)



Manuel João Ramos (O Património é um Roubo Intangível)

O Humano


O Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Fundação Universidade do Porto promove o Encontro

“Os Horizontes do Humano”


O evento decorrerá no dia 03 de Dezembro, no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Fundação Universidade do Porto, pelas 18h00.



Neste espaço procurar-se-á discutir e debater interdisciplinarmente os contornos, os limites, as possibilidades de acção dos agentes sociais em diversas instâncias da vida humana. Assim, especialistas de diferentes áreas disciplinares, tanto das Ciências Sociais como das Ciências Naturais, serão chamados a dar contribuições para uma compreensão mais profícua das esferas múltiplas de acção social do humano.



Oradores:

Catarina Casanova (ISCSP) - primatologia

João Arriscado Nunes (CES) - nanotecnologias

André Levy (ISPA) - evolucionismo e darwinismo

Giovanni Alves (Universidade Estadual Paulista – Unesp) - trabalho e capitalismo

Carlos Vidal (FBAUL) - arte contemporânea



Comentador:

João Teixeira Lopes (DS/FLUP; ISFLUP)



Organização: João Valente Aguiar (ISFLUP)



ENTRADA LIVRE.

Unconscious Phantasies of "Cure" and the Therapeutic Aims of Psychoanalysis

Birkbeck Institute for Social Research/Institute for the Humanities

Ignes Sodre Seminar - Unconscious Phantasies of "Cure" and the Therapeutic Aims of Psychoanalysis

Ignes Sodre, a training and supervising analyst at the British Psychoanalytical Society, and currently Visiting Professorial Fellow, jointly in the Birkbeck Institute for Social Research and the Birkbeck Institute for the Humanities, will be offering a series of workshops open to students and staff, during 2009-10. These workshops will be freestanding, so participants are free to attend on one occasion or for the whole series. Each will be linked to the theme of ‘cure’ in psychoanalysis. She will draw on clinical material and psychoanalytical theory to suggest how various forms of mental disturbances may be result of unconscious methods of treatment for mental suffering. Clinical psychoanalysis can be seen, from this point of view, as a process of careful, gradual dismantling of methods of ‘cure’ which leave the personality restricted and impoverished. The psychoanalytical idea of ‘cure’ is based on Freud’s method of investigation in which self-knowledge opens a path for more appropriate (healthier) methods of dealing with what have been experienced as unbearable states of mind. This idea has its starting point in Freud’s perception that mental illness may itself be an attempt at cure: “In regard to the genesis of delusions, a fair number of analyses have taught us that the delusion is found applied like a patch over the place where originally a rent had appeared in the ego’s relation to the external world […]the manifestations of the pathogenic process are often overlaid by manifestations of an attempt at a cure or a reconstruction”. (Freud 1924, “Neurosis and Psychosis”).

Tuesday 8th December 1pm - 3pm Room 153 Birkbeck Main Building

Free - open to all - no registration





Julia Eisner
Administrator
Birkbeck Institute for the Humanities
Birkbeck Institute for Social Research
Birkbeck, University of London
Malet Street
London WC1E 7HX

T: (0) 20 3073 8363
F: (0) 20 3073 8359
E:
j.eisner@bbk.ac.uk

Nudités, de Giorgio Agamben


Nudités (Broché)
de Giorgio Agamben



Broché: 191 pages
Editeur : Rivages (9 septembre 2009)
Collection : Bibliothèque rivages
Langue : Français
ISBN-10: 2743619945
ISBN-13: 978-2743619947


"Comme Profanations, Nudités rassemble en une série de brefs essais les motifs les plus urgents et les plus actuels de la recherche de Giorgio Agamben : depuis la fête, qu'il met de manière inattendue en relation avec le phénomène contemporain de la boulimie, jusqu'à la nudité, dont les implications théologiques cachées sont soumises à l'enquête archéologique ; depuis le problème du corps glorieux des béats, qui ont un estomac et des organes sexuels mais qui ne mangent pas et ne font pas l'amour, jusqu'à la figure nouvelle d'une identité impersonnelle imposée à l'humanité par les dispositifs de la biométrie. Le point de fuite vers lequel convergent tous ces thèmes est le désoeuvrement. Il ne faut pas entendre ce terme comme oisiveté ou comme inertie, mais comme le paradigme de l'action humaine et celui d'une nouvelle politique. C'est la pratique même de ce désoeuvrement qui définit le no man's land où se meut une écriture qui a brûlé ses cartes d'identité et qui est à tout à la fois, pensée et littérature, divagation et fiche philologique, traité de métaphysique et note sur les moeurs.


Biographie de l'auteur
Giorgio Agamben enseigne la philosophie théorétique à l'université de Venise. Son oeuvre est traduite et commentée dans le monde entier. Parmi les titres publiés chez Payot & Rivages, rappelons : Ce qui reste d'Auschwitz, 1999 ; Le Temps qui reste, 2000 ; L'ouvert, de l'homme et de l'animal, 2002 ; L'ombre de l'amour, le concept d'amour chez Heidegger, 2003 ; Profanations, Paris, 2005 ; La puissance de la pensée, 2006 ; L'amitié, 2007 ; Qu'est-ce qu'un dispositif ? , 2007 ; Qu'est-ce que le contemporain ? , 2008, et au Seuil, Le Règne et la Gloire, 2008. "

Source: http://www.amazon.fr/dp/2743619945/ref=pe_9641_17764591_pe_ar_t4

FEMINISM AND THE TRANSFORMATION OF BELONGING

Deadline 1st of December 2009

FINAL CALL FOR PAPERS
BEYOND CITIZENSHIP:
FEMINISM AND THE TRANSFORMATION OF BELONGING
An international, interdisciplinary conference
30 June – 2 July 2010
Birkbeck, University of London

Confirmed Speakers
Sara Ahmed
Davina Cooper
Krassimira Daskalova
Antke Engel
Katherine Gibson (a.k.a J.K. Gibson-Graham)
Rebecca Gomperts
Gail Lewis
Lynne Segal
Margrit Shildrick
Birte Siim
Gloria Wekker
Anna Yeatman


The language of citizenship has, in recent years, been mobilized by feminists to articulate a wide range of claims and demands. The notions of economic, political, social, cultural, sexual/ bodily, and intimate citizenship, for example, have all been developed and explored in terms of their normative potential and their actual realization. In Europe, in particular, there has been a strong steer from research funders and policy makers towards research agendas which address the question of citizenship in the context of increasingly diverse and multicultural societies.
But, can the concept of citizenship encompass the transformations that feminist politics seek? What are the restrictions and exclusions of contemporary forms and practices of citizenship? How does the concept of citizenship deal with power, inequality, and difference? What are the problems with framing our desires and visions for the future in terms of citizenship in a globalizing world of migration, mobility, armed conflict, economic crisis and climate change? Does the concept of citizenship restrict our imaginations and limit our horizons within nation-state formations? Can it ever really grasp the complexity of our real and longed-for attachments to communities, networks, friends and loved ones? Is it able to embrace the politics of embodiment and of our relationships with the non-human world? How have feminists historically and cross-culturally imagined and prefigured a world beyond citizenship? Is a feminist, queer or global citizenship thinkable, or should we find a new language for new forms of belonging?
We invite proposals for papers that address these questions and the broad theme of the conference. We particularly welcome papers which explore the interface between the feminist academy and feminist activism, and which are interdisciplinary and innovative in method and approach.
Individual paper proposals (max. 200 words) or proposals for panels of three or four related papers (max. 300 words) should be submitted by 1st December 2009.
The conference will take place in central London.
A limited number of bursaries will be available.
For further information about the conference, visit:
http://www.bbk.ac.uk/bisr/beyondcitizenship/
Beyond Citizenship: Feminism and the Transformation of Belonging is organised by FEMCIT, an EU FP6 integrated research project on “Gendered citizenship in multicultural Europe: the impact of contemporary women’s movements”, in collaboration with the Birkbeck Institute for Social Research, at Birkbeck, University of London, Rokkansenteret, at the University of Bergen, and is sponsored by the Norwegian Research Council.
Organizing Committee
Sasha Roseneil, Isabel Crowhurst, Ana Cristina Santos and Mariya Stoilova
Birkbeck Institute for Social Research


Uma revista essencial sobre arte contemporânea: October
















domingo, 29 de novembro de 2009

agonia



A relação da arte com a religião (no sentido mais amplo, ou seja, de uma relação com o distante) tem sido, em todos os tempos, estreita.

Por que será que os maiores autores, por muito "ateus" que fossem ou sejam, se cruzam sempre com esse limite de horizonte?
Essas obras deixam-nos sempre exaustos de tanta beleza, de sublime. É por demais, é um sofrimento, como um orgasmo arrastado e exaustivo.
Modestamente (é bom dizer assim) é o que procuro na minha pobre poesia. Esse êxtase, tão pouco à moda, onde se cruzem as mais directas e brutalmente expostas formas de transcendência: a agonia do amor e da morte.


Masterpiece: Penderecki

Penderecki: "Polish Requiem"- 1 - (Kyrie)





Penderecki: "Polnishes Requiem" - Kyrie

Soprano: Marianna Nicolescu
Alto: Jadwiga Rappe
Tenore: Zachos Terzakis
Bass: Malcolm Smith

Dirigent: Kr. Penderecki
Bamberger Symphoniker

Chor der Warschauer Nationalphilharmonie
Leitung: H.Wojnarowski

Krakow 15 Juni 1988

chão, mesa, escadas...



A minha casa foi tomada de assalto

Esta manhã

Pelo começo de mais

Um dia



Vinham uma série de sinais

Encapuçados

Deixando cair pelas escadas

Ferramentas e caixas



E nessa precipitação

Atropelaram-se as horas

Umas nas outras

E saíram-me dos bolsos



Bilhetes de filmes antigos

Lenços de papel de cafés de aeroporto;



E enquanto tentava pôr

Tudo isso em ordem

Refulgiram de novo as árvores ao fundo;



E o dia já acabava; e saíam

Os signos encapuçados, rindo muito,

Deixando cair chaves de fendas,

Prometendo voltar depois da noite...



Entretanto, toda a tarde,

A mesa da cozinha

Terá emanado uma estranha luz;



E sobre ela tu estarias sentada,

Nua três vezes sobre a tua nudez.



E essa refulgência, indecoro,

Assalto de pernas traçadas,

E nádegas, e lábios experientes,

E sinais que de toda a parte trouxeste



Estavam ali parados, esperando,

Em assédio subtil, aparição,



De que só fui a tempo de recolher

Um vestígio tombado.



A tua camisa camisa de noite

Totalmente despida, e entregue

Na sua nudez.



Então sobre o tampo da mesa tentei aspirar

Os sabores de tão flagrante

(Des)encontro, e o meu jantar

Foram os sinais que a tua pele ali deixou.




VOJ

(texto e foto - porto, nov. 2009)

Um momento da conferência de sábado promovida pela ADECAP

video

e pronunciada por Gonçalo Leite Velho... tivemos de abandonar a sala por volta das 18 da tarde, e já com atraso em relação ao combinado com a gentil Fundação Eng. António de Almeida, que mais uma vez nos albergou no Centro Unesco do Porto.

identidade e negação versus diferença e repetição

Anti-hegelianismo generalizado a que Deleuze se refere logo no prólogo de "Diferença e Repetição" (1968, trad. port. Relógio d' Água, Lisboa, 2000, com prefácio de José Gil, pp. 35 e 36):


"(...) a diferença e a repetição tomaram o lugar do idêntico e do negativo, da identidade e da contradição, pois a diferença só implica o negativo e se deixa levar até à contradição na medida em que se continua a subordiná-la ao idêntico. O primado da identidade, seja qual for a maneira pela qual esta é concebida, define o mundo da representação. Mas o pensamento moderno nasce da falência da representação, assim como da perda das identidades, e da descoberta de todas as forças que agem sob a representação do idêntico. Nele, o homem não sobrevive a Deus, nem a identidade do sujeito sobrevive à identidade da substância. Todas as identidades são apenas simuladas, produzidas como um "efeito" óptico por um jogo mais profundo, que é o da diferença e da repetição. Queremos pensar a diferença em si mesma e a relação do diferente com o diferente, independentemente das formas de representação que as conduzem ao Mesmo e as fazem passar pelo negativo."


Eis todo um programa ambiciosíssimo, mas vital, que tem a ver, por exemplo, com o que ainda ontem se discutia à tarde na conferência e na conversa de café que se lhe seguiu... (ver postagem anterior)


[sublinhados a cor e a itálico de minha "autoria"]

Robert Crease: an important book

The Play of Nature: Experimentation as Performance

by Robert Crease

(Indiana Series in the Philosophy of Technology) (Hardcover)


  • Hardcover: 220 pages
  • Publisher: Indiana University Press (1 Jun 1993)
  • Language English
  • ISBN-10: 0253314747
  • ISBN-13: 978-0253314741


  • "Crease's brilliantly exploited theatrical analogy places scientific theorizing back into the wider context of experimental inquiry...His is a genuinely original voice among those post-positivist philosophers of science whose star is clearly rising." - Robert C. Scharff. Attacking positivist and Kantian varieties of philosophy of science in which experimentation takes a backseat to theory, Robert P. Crease develops his conception of the centrality of experimentation via an argumentative analogy with theatrical performances. To establish his program, Crease draws on three nonpositivist strands of recent philosophy: Husserl's phenomenology to clarify the notion of invariance, Dewey's pragmatism to make needed revisions in our idea of productive inquiry, and Heidegger's hermeneutics to formulate a concept of interpretation appropriate to the cultural and historical 'lifeworld' in which members of a scientific community think and act."




    Thanks to P. Auslander for having called my attention to this book.






    Sempre a aprender




    Só hoje vim a saber que no "google académico":
    aparece uma quantidade de citações ou pdfs inteiros de artigos meus!

    e em inglês:


    ou francês:



    Para a Susana, será:

    e em inglês:


    ou francês:








    Geminiani





    Eu, que nada percebo de música, considero Francesco Geminiani (1687 - 1762) um dos mais notáveis compositores do barroco italiano.
    Este CD, por exemplo, editado pela Naxos, é um bálsamo para o cérebro, que com essa música magnífica inundo neste momento...
    Quando se pensa que me custou 5 euros... como tantos desta etiqueta...
    realmente, só não aprecia música quem não quer...



    Gostei de finalmente conhecer...


    2009.




    2007.





    2005.




    ... a Prof.a Gabriela Vaz Pinheiro, da FBAUP, que ontem foi assistir à conferência. Agradável troca de ideias depois em café próximo e... a oferta destes três apetitosos livros, que muito agradeço! Todos publicados pela ArteInSite, de Torres Vedras.


    Lapidar


    (Clique na imagem para ler)

    Expresso, suplemento ActuaL, 28 de Novembro de 2009 p. 53

    sábado, 28 de novembro de 2009

    De agrado geral
























    Com sala quase cheia, foi de agrado geral o que se passou hoje à tarde no Centro Unesco do Porto.
    Cumprido o programa previsto (ver postagem anterior).
    Presença de vários sócios da ADECAP e SPAE e de colaboradores do JIA e dos TAE, além de profs de diversas faculdades da UP e de estudantes.
    Brilhante conferência transdisciplinar de Gonçalo Leite Velho.
    Uma satisfação para todos!


    HOJE

    Assembleia Geral da ADECAP às 14,30
    Conferência do Doutor Gonçalo Leite Velho às 15,30
    Antes, apresentação pública do JIA 12, 2009
    e da revista da SPAE "Trabalhos de Antropologia e Etnologia", vol. o9, 2009
    (ambas revistas com referees e apoiadas pela FCT)


    Tudo no Centro Unesco do Porto, R. José Falcão, 100 (perto da livraria Leitura)


    APAREÇA E COLABORE NO NOSSO ESFORÇO !!!!!!!!!
    Obrigado.

    Notável conferência de Boris Groys hoje (sexta à noite) em Serralves!







    Apresentada por António Guerreiro.
    Tema: QUAL A FUNÇÃO DOS MUSEUS DE ARTE CONTEMPORÂNEA?

    quinta-feira, 26 de novembro de 2009

    estímulo súbito numa vida estúpida









    Esta vida que uma pessoa leva é tão estúpida, que quando recebe finalmente um mail de um colega respeitável com quem pode dialogar, meu deus, já se sente que se ganhou o dia...
    avante para Serralves para ouvir o Hal Foster!
    Valha-nos isso, madre santíssima!




    Atenção Serralves

    Atenção
    as iniciativas em torno da rubrica PENSAR O MUSEU
    que trazem a Serralves hoje, amanhã e depois personalidades internacionais básicas para o estudo da imagem e do museu são gratuitas mas exigem obtenção prévia de bilhete.
    Hoje, por exemplo, a conferência de Hal Foster já está esgotada.

    Memória e Artifício. Matéria do Património II

    Acaba de sair, coordenado pelos antropólogos António Medeiros e Manuel João Ramos.
    Colaboro neste volume com um texto:
    "Teatro e Arquelogia: alguns apontamentos para uma nova/antiga interface", pp. 239-253.

    quarta-feira, 25 de novembro de 2009

    Sublime - an Important book



    The Sublime Now (Hardcover)
    by Luke White (Author, Editor), Claire Pajaczkowska (Editor)

    Hardcover: 320 pages
    Publisher: Cambridge Scholars Publishing; New edition edition (1 Oct 2009)
    Language English
    ISBN-10: 1443813028
    ISBN-13: 978-1443813020

    "The Sublime has been considered an archaic concept the relevance of which was limited to eighteenth-century discourses on art, literary criticism and aesthetics. But it is becoming obvious that contemporary culture requires of us a response that is at once emotional, critical, powerful and meaningful, and recently the issue of the sublime has found its way back onto the critical agenda. This book asks a series of critical questions about this resurgence: What is the legacy of the discourse of the sublime for us today? In what ways has it acquired an added urgency in our new millennium? To what extent is this concept a useful or dangerous tool for the understanding of contemporary culture and history? How does the Sublime follow the Post Modern? To what uses can and should it be put? Why the Sublime now? The editors have collected writings from many contemporary thinkers who bring the critical concept of the sublime into their discussions of contemporary cultures. Spanning philosophy, religion, ecology, politics, literature, avant-garde art, popular cinema, comic books, humour and digital cultures these essays consider the relevance of the sublime now. The authors make provocative readings of the original writings on the sublime, from Longinus, Burke, Kant and Nietzsche, to Freud, Lyotard, Derrida, Kristeva and others whilst bringing these writings to bear on today's cultural issues.


    About the Author
    Luke White and Claire Pajaczkowska have been researching into the Sublime for some years, as colleagues lecturing in art and design history at Middlesex University. Luke White is Lecturer in Visual Culture and History of Art and Design at Middlesex University, where he also completed his PhD, 'Damien Hirst and the Legacy of the Sublime in Contemporary Art and Culture,' in 2008. Claire Pajaczkowska is Senior Research Tutor at the Royal College of Art where she supervises doctoral research. As Leverhulme Research Fellow into the Sublime and the Transcendent she wrote several essays on the cultures of sublimity. A book Shame and Sexuality: Psychoanalysis and Visual Culture, co edited with Ivan Ward, was published by Routledge in 2008, and an essay 'Tension, Time and Tenderness' in The Virtual and Other Digitalities edited by Griselda Pollock was published by I.B. Taurus 2009. "

    Source:
    http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/ASIN/1443813028/ref=ox_ya_oh_product

    terça-feira, 24 de novembro de 2009

    Blogging


    Zero Comments: Blogging and Critical Internet Culture (Paperback)
    by Geert Lovink


    Paperback: 344 pages
    Publisher: Routledge; 1 edition (1 May 2006)
    Language English
    ISBN-10: 0415973163
    ISBN-13: 978-0415973168

    "Product Description
    Internationally renowned media theorist and "net critic" Geert Lovink upgrades worn out concepts about the Internet and interrogates the latest hype surrounding blogs and social network sites.



    From the Back Cover
    In Zero Comments, internationally renowed media theorist and ‘net critic’ Geert Lovink upgrades worn out concepts about the Internet and interrogates the latest hype surrounding blogs and social network sites. In this third volume of his studies into critical Internet culture, following the influential Dark Fiber and My First Recession, Lovink develops a ‘general theory of blogging.’ Unlike most critiques of blogging, Lovink is not focusing here on the dynamics between bloggers and the mainstream news media, but rather unpacking the ways that blogs exhibit a ‘nihilist impulse’ to empty out established meaning structures. Blogs, Lovink argues, are bringing about the decay of traditional broadcast media, and they are driven by an in-crowd dynamic in which social ranking is a primary concern. The lowest rung of the new Internet hierarchy are those blogs and sites that receive no user feedback or "zero comments."

    Lovink explores other important changes to Internet culture, as well, including the silent globalization of the Net in which the West is no longer the main influence behind new media culture, as countries like India, China and Brazil expand their influence. Zero Comments also looks forward to speculate on the Net impact of organized networks, free cooperation and distributed aesthetics.



    About the Author
    Geert Lovink is an internationally renowned media theorist and net critic. His many books include Dark Fiber: Tracking Critical Internet Culture, Uncanny Networks: Dialogues with the Digital Intelligentsia, My First Recession: Critical Internet Culture in Transition, and The Principle of Notworking. He is a member of the Adilkno collective (Cracking the Movement, The Media Archive) and co-founder of Internet projects such as The Digital City, Nettime, Fibreculture and Incommunicado. He is founder and director of the Institute of Network Cultures (www.networkcultures.org), professor at Interactive Media (Hogeschool van Amsterdam) and associate professor at the Media & Culture department, University of Amsterdam. He was a 2005-2006 fellow at the Wissenschaftkolleg, the Berlin Institute for Advanced Study."


    Source: http://www.amazon.co.uk/gp/product/product-description/0415973163/ref=dp_proddesc_0?ie=UTF8&n=266239&s=books

    Interesting book: How Images Think


    How Images Think (Paperback)
    by Ron Burnett



    Paperback: 275 pages
    Publisher: MIT Press; New edition edition (15 Mar 2005)
    Language English
    ISBN-10: 0262524414
    ISBN-13: 978-0262524414


    "Review
    "I tried to think of a witty play on 'Every picture tells a thousand words,' but then the whole word/picture thing collapsed on me. Burnett really marries the two together. This book is actually billions of pictures in disguise. Required reading in these accelerating times." - Douglas Coupland, novelist and visual artist"


    Product Description
    Digital images are an integral part of all media, including television, film, photography, animation, video games, data visualization, and the Internet. In the digital world, spectators become navigators wending their way through a variety of interactive experiences, and images become spaces of visualization with more and more intelligence programmed into the very fabric of communication processes. In How Images Think Ron Burnett explores this new ecology, which has transformed the relationships humans have with the image-based technologies they have created. Burnett argues that the development of this new, closely interdependent relationship marks a turning point in our understanding of the connections between humans and machines. He argues that virtual images occupy a "middle space," combining the virtual and the real into an environment of visualization that blurs the distinctions between subject and object - part of a continuum of experiences generated by creative choices by viewers, the results of which cannot be attributed either to images or to participants. Added to this edition are Burnett's latest thoughts on the subject, in his "Notes on the paperback edition."


    About the Author
    Ron Burnett is President of Emily Carr Institute of Art + Design in Vancouver and Artist/Designer at the New Media Innovation Center. He is the author of Cultures of Vision: Images, Media, and the Imaginary and the editor of Explorations in Film Theory."


    Source:
    http://www.amazon.co.uk/gp/product/product-description/0262524414/ref=dp_proddesc_0?ie=UTF8&n=266239&s=books



    Excellent e-journal













    Cordeiros Arte Moderna e Contemporânea 2010/2011 - Porto










    Rafeal Canogar



    A Cordeiros Galeria Apresenta:
    Cordeiros Arte Moderna e Contemporânea 2010/2011 é o título de uma exposição com grandes obras do acervo da galeria. O resultado é surpreendente, para ver até 20 de Dezembro.


    Devido ao grande número de obras de arte que integram o acervo agora trazido a público, a exposição apresentará no dia da inauguração um núcleo seleccionado de peças que serão expostas de forma rotativa no espaço da galeria. Um livro com algumas centenas de páginas e com textos de Tomás Paredes (Presidente da Associação de Críticos de Arte de Madrid) documenta este diversificado acervo que tem vindo a ser enriquecido ano após ano. Para além da criteriosa concepção gráfica, que contempla a reprodução de cada uma das peças, importa sublinhar a referência feita às colecções e museus, sobretudo quando se trata de artistas com maior visibilidade internacional. Graças a mais esta edição da Cordeiros Galeria, o leitor dispõem de um documento de apoio e consulta de carácter fundamentalmente informativo.
    Importantes obras de: Antoni Tàpies, Andy Warhol, Andrés Nagel, Carmen Calvo, Eduardo Arroyo, Francesco Clemente, Francisco Leiro, Gerhard Richter, Joan Hernandez Pijuan, Joan Miró, José Maria Sicilia, José Manuel Broto, Juan Uslé, Julian Schnabel, José Manuel Ciria, Juan Genovés, Luis Gordillo, Manuel Hernandez Mompó, Miquel Barceló, Ouattara Watts, Paul Jenkins, Rafael Canogar, Suling Wang, António Macedo, Eduardo Souto Moura, Francisco Simões, Julião Sarmento, Mário Bismarck, Moita Macedo, Paulo Teixeira Pinto, Pedro Chorão, Rogério Ribeiro, entre muitos outros.
    A exposição vai estar patente ao público até 20 de Dezembro de 2009, no seguinte horário:
    Segunda a Quinta: 10h00 - 12h30 - 14h30 - 20h00
    Sextas: 10h00 - 12h30 - 14h30 - 23h00
    Sábados: 14h30 - 23h00
    Domingos: 14h30 - 20h00


    Para mais informações por favor contacte a Cordeiros galeria.
    Com os nossos melhores cumprimentos.

    Fonte: Cordeiros galeria
    Contacto: Cordeiros Galeria geral.cordeiros@mail.telepac.pt




    segunda-feira, 23 de novembro de 2009

    marcha fúnebre, molto lento maestoso







    Photos: Ariana Page Russell
    Site: http://www.arianapagerussell.com/











    Angelo Badalamenti - Mulholland Drive





    Source: http://www.youtube.com/watch?v=Xfj5ZF-ECII







    Andamento 1


    Rodo

    Em torno

    Do teu centro,

    Do teu

    Umbigo



    E o meu trajecto

    Hesitante

    Deixa marcas



    Que caem

    Lentas

    Ao longo do tempo

    No teu corpo



    E sobem

    Levitam

    Descem




    Com os gumes

    Da escrita

    Afiados, levitando

    Lentamente;



    Escrever,

    Escrever-te!




    E à medida

    Que te marcam



    Inscrevem a noite

    Dos signos,



    Acendem

    O seu brilho bruxuleante

    De estrelas.



    ------

    Andamento 2



    Tão lentamente



    Cai cada verso



    Sobre a brancura



    Da página



    E de tal modo ascende

    De novo

    Deixando as marcas

    De quem procurou;



    Patas de ave

    Que rodou

    Perversa

    Por aqui



    E depois caminhou

    Para o fundo

    Do texto



    Lá onde

    Uma porta se fechou

    Definitivamente



    Sobre a sua máscara



    Sobre a noite.



    Deixando as pernas

    Rabiscadas;



    Entregues ao esporão

    Da expectativa





    texto: voj nov. 2009 porto

    (aconselho a leitura do texto simultaneamente com a visão das imagens e a audição da música)