I am not

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quotation

domingo, 30 de setembro de 2007

Live Earth, Al Gore & Climate Changes

Some thoughts after finally getting around to watching "An Inconvenient Truth".
Have you noticed any changes in your climate?
And yes i know i got 7/7/7 mixed up with the UK gathering!! :)
Books mentioned:
The Last Generation by Fred Pearce *** &
The Weather Makers by Tim Flannery

You may watch this video at:
http://www.youtube.com/watch?v=zRRp5COM1Vc
(source of the above text)

***
Important new book by Fred Pearce
With Speed and Violence: Why Scientists Fear Tipping Points in Climate Change,
Beacon Press, 2007.



Cartas do Japão - nascentes de água quente




Nascentes de água quente (hot springs) no Japão, onde se pode tomar banho ao ar livre, contemplando as montanhas e sentindo a brisa fresca de Outono no rosto...

A propósito dos banhos públicos, importa lembrar que estes servem, acima de tudo, para relaxar e conviver, e não para as pessoas se lavarem.. Antes de se meterem no banho - em público ou em privado - os japoneses lavam-se escrupulosamente com água e sabão. É um tabu social entrar no banho com o corpo por lavar! Quando, por distracção, isso acontece e alguém se apercebe, é imediatamente fulminada por olhares hostis! Esta preocupação enorme com a água e a pureza têm provavelmente a ver com o xintoísmo e os seus rituais de purificação, fortemente enraizados na cultura nipónica. Por exemplo, antes de se entrar num templo deve lavar-se as mãos e a boca na fonte que sempre existe à entrada...

Agradeço à Daniela Kato as fotos, a legenda e as explicações sobre este tema...

sábado, 29 de setembro de 2007

Credo (predominantemento) negativo


Não acredito em nenhum deus salvador.
Não acredito em nenhum sentido da história.

Não acredito em nenhuma pessoa neste mundo (nem em mim).
Não acredito em nenhum condutor espiritual (ou outro).
Não acredito em nenhuma ideologia redentora.

Não acredito no fim da história.

Não acredito que estejamos condenados ao capitalismo para sempre.

Não acredito no amor romântico.

Não acredito na amizade.

Não acredito que possa viver mais vinte anos.

Não acredito em nenhuma ideologia de qualquer tipo.

Não acredito em nenhuma reciprocidade.

Não acredito que daqui a 100 anos os meus poemas sejam lidos.

Não acredito que haja uma mulher por quem valha a pena morrer.

Não acredito que tudo o que me faz viver possa ser transmissível a outra pessoa.

Não acredito que alguém me compreenda (incluindo eu próprio).

Não acredito em nenhuma lei absoluta.

Não acredito no Estado.

Não acredito na autenticidade.

Não acredito na espontaneidade.


Acredito que o vietcong que se vê na famosa fotografia um segundo antes de ser morto com um tiro de pistola na cabeça, morreu mesmo.


Acredito que a morte e a vida são iguais, mas na segunda sofre-se, enquanto na primeira não se existe, e portanto não se sente nada.


Não acredito na ciência.

Não acredito na arte.

Não acredito em nada de verdadeiramente comovente.


Acredito na dor do doente.

Acredito que é horrível morrer cheio de dores.
Acredito que provavelmente é isso que me espera.


Não acredito no destino.
Não acredito em nada escrito ou dito.


Não acredito em nada, mesmo na minha descrença.


Acredito em que há momentos na vida em que me sinto com alguma genialidade.
Acredito que a maior parte das pessoas nunca o notou e se o notou está-se marimbando para isso.


Acredito que nunca poderemos perdoar os crimes nazis. Acredito que nunca poderemos perdoar os crimes soviéticos. Acredito que nunca podermos perdoar Hiroshima e Nagazaqui.
Acredito que nunca poderemos esquecer as vítimas inocentes desconhecidas.
Acredito que o sistema em que vivemos tem os dias ou os séculos contados.

Não acredito na justiça do mundo.


Acredito que é muito melhor estar aqui sentado a dizer que não acredito do que estar noutro lado privado de liberdade, de comida, de saúde.


Acredito que em alguns momentos sou feliz.


Acredito que não percebo mesmo como isso é possível.
Acredito que sou imensamente ignorante.
Acredito que devia era estar calado e nunca publicar mais nada.

Acredito que gostava de saiar daqui e internar-me num deserto até me diluir nas areias.

Acredito que os restos do meu corpo vão servir a outros animais.

Acredito que ainda não descobri o processo de desaparecer sem deixar rasto nem provocar sofrimento a ninguém.

Acredito que estou tão só como um asteróide.

Acredito que o melhor é para já ficar por aqui.


Acredito que gostava muito de abrir um livro onde estivesse tudo o que um ser humano deve saber.

Acredito que deve haver uma mulher neste mundo que console um homem com tudo o que ele pode querer, durante um certo tempo.


Acredito que deve existir a sombra de uma árvore onde uma pessoa possa sentir paz e ausência de desejo, pelo menos durante um certo tempo.

Não acredito que alguma vez encontre esse livro, essa mulher, essa árvore.


Acredito que se possa sentir felicidade, mesmo que instantânea, logo antes do maior desespero e perante o total desamparo.


Acredito que as pessoas todas fingem (incluindo eu).

Não posso acreditar que alguém acredite que estou a falar a sério; mas o contrário é certamente também verdade.



Foto: Natasha Gudermane
(rep. aut.)
Fonte: http://photo.net/photos/gudermane

Magnificent photos from Libya



Source: http://www.youtube.com/watch?v=RP-M3W_v-Ko&mode=related&search=

Traditional Libyan Music



Source: http://www.youtube.com/watch?v=Yw28B_xflHk&mode=related&search=

bassekou kouyate & ngoni ba - segu blue EPK pt.1



Source: http://www.youtube.com/watch?v=7-NTHjnd1EI&NR=1

Desert Blues -- Music Project from Mali -- Part 2



Source: http://www.youtube.com/watch?v=TISyDPogfaY&mode=related&search=

Mali !




"Desert Blues" is a music project from Mali/Africa with 3 groups -- Afel Bocoum with his band, Habib Koité and Tartit, a Touareg woman group. This video presents extracts of a documentation at german and french TV 'Arte' -- directed by Michel Jaffrennou:

Afel Bocoum & Band: Niger
Habib Koité & Band: Foro Bana
Habib Koité & Band: Woulaba
Tartit: Ichichila
Tartit: Taihanewinine
Habib Koité & Band: Sin Djen Djen
Source: http://www.youtube.com/watch?v=D-iu_3erysw

Apelo do Magrebe: Argélia

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=PNcNGkx-9u0

Mayra Andrade - Lua (Moon) (Lune)



Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=WTqTf8_GSzw

Carla Bruni - Quelqu'un m'a dit



Source: http://www.youtube.com/watch?v=fMUedRUJ_HA

Benjamin Biolay-Dans La Merco Benz



Source: http://www.youtube.com/watch?v=IIJoG7b53OE

Primitifs et civilisés


Source:
http://www.amazon.fr/primitifs-regards-civilisés-Sally-Price/dp/
2840562197/ref=pd_sim_b_1/403-7099712-7531605?ie=
UTF8&qid=1191086232&sr=1-1


"Dans ce livre, Sally Price, historienne de l'art et professeur d'anthropologie à l'Université de William & Mary (Virginie), met à plat le statut que revêt l'art dit " primitif" aux yeux (le la majorité des publics " éclairés" de l'Europe occidentale et des États-Unis. Son étude magistrale, introduite par une importante préface de Maurice Godelier, s'appuie sur une enquête menée auprès de conservateurs des grands musées, de collectionneurs privés, de marchands d'art et d'ethnologues. Elle prend en compte les travaux de critiques d'art comme William Rubin, Kennetlt Clark, Henry Kamer ou encore René Huyghe. Sally Price approfondit le débat sur la notion objet d'art - objet ethnographique en explicitant les mécanismes multiples - des stratégies d'acquisition aux modèles d'interprétation - qui ont permis de mettre en place la déshumanisation de l'Art primitif et de ses créateurs.Au moment où un nouveau grand musée ouvre à Paris, la lecture de ce texte s'impose pour comprendre les enjeux actuels et le regard porté sur ces arts dits " primitifs "."

Ed: ENSBA, 2006.


Ainda a polémica em torno do novo museu de Paris...


"Jacques Chirac rencontre en 1992, à l'île Maurice, le marchand et " expert en arts primitifs " Jacques Kerchache. Le destin de plusieurs grands musées nationaux allait en être bouleversé. A la suite des grands travaux lancés par François Mitterrand, Jacques Chirac, une fois élu président de la République en 1995, souhaite laisser lui aussi sa marque dans le Paris muséal du nouveau millénaire : il décide de créer un musée qui sera consacré à ces arts dits " premiers ", à ces " chefs-d'œuvre de l'Humanité " qui n'avaient pas eu droit à une présentation dans le Grand Louvre. Onze ans plus tard, voici que se dresse au bord de la Seine, en zone inondable, un palais dessiné par Jean Nouvel. Dans une débauche de luxe, entourés d'images et de " dispositifs interactifs ", 4 000 objets sont exposés à l'admiration et à la " jouissance esthétique " des futurs et nombreux visiteurs. Indéniablement, ils sont mis en valeur : pour chaque pièce présentée, 100 000 euros auront été dépensés, auxquels il convient d'ajouter 12 500 euros de fonctionnement annuel. Le nouveau musée est superbe. Mais fallait-il dépenser autant d'argent, et surtout tiendra-t-il ses promesses ? Qui rappellera dans quelles circonstances il a été pensé et construit ? Que, dénué de toute équipe scientifique, il est avant tout un établissement public " à caractère administratif ". Qu'il a été édifié sur les patrimoines de deux musées mis à mort, le musée national des Arts africains et océaniens et le musée de l'Homme, que leurs collections fabuleuses (plus de 300 000 objets), qui constituent un pan de l'histoire de l'ethnologie et de l'anthropologie françaises, ont été mises en caisse et ne sont plus accessibles ni aux chercheurs ni au public. Au prétexte d'en finir avec un supposé " mépris des autres civilisations " qu'auraient manifesté les musées nationaux depuis des décennies, c'est la connaissance des arts et civilisations africains et océaniens - principalement - qui a été sacrifiée. Il se pourrait que certaines considérations post-coloniales et politiques, que des luttes de pouvoir et d'influence entre administrations aient conduit à la réalisation d'une grande et coûteuse aberration.

Biographie de l'auteur Bernard Dupaigne a été directeur du laboratoire d'Ethnologie du musée de l'Homme de 1991 à 1998 pour lequel il a réuni de très importantes collections ethnographiques.

Ed. Mille et Une Nuits, 2006."

Fonte (source):
http://www.amazon.fr/Scandale-arts-premiers-
véritable-histoire/dp/284205962X/ref=pd_sim_b_3/
403-7099712-7531605?ie=UTF8&qid=1191086232&sr=1-1


Sous la direction de Bruno Latour

Source:
http://www.amazon.fr/dialogue-cultures-rencontres-inaugurales-
Branly/dp/2742768610/ref=pd_sim_b_2/403-7099712-7531605?ie=
UTF8&qid=1191086232&sr=1-1





"Le musée du quai Branly a ouvert ses portes en juin 2006. A cette occasion, des personnalités du monde entier se sont réunies pour se livrer à une réflexion fondamentale sur l'avenir d'une telle institution. Qui possède les objets ? Quelle est la place de l'art contemporain dans un musée dédié essentiellement à l'art traditionnel ? Le musée est-il un espace laïque ou peut-il prétendre être un espace sacré ? Quel discours tenir sur les œuvres ? Comment aborder le problème de l'authenticité ? Comment mettre en valeur les patrimoines immatériels ? A quel public s'adresse-t-on ? Quel est le rôle de la coopération internationale ? Autant de questions auxquelles des chercheurs, des artistes, des conservateurs, des philosophes, des écrivains se sont efforcés de répondre, avec ce souhait, partagé par tous, que le musée du quai Branly ait vocation à s'ouvrir sur le monde, à développer des échanges avec les pays d'origine des collections et à s'enrichir de ce dialogue permanent."

Ed. Actes Sud, 2007.

Every Little Bit Hurts... Alicia Keys



Source: http://www.youtube.com/watch?v=g24Q3yC5Jp4&mode=related&search=

Alicia Keys Live: If I Ain´t Got You



Source: http://www.youtube.com/watch?v=jhPAK8HjcPI

Def Poetry Jam - Alicia Keys - POW



Source: http://www.youtube.com/watch?v=ZLk_Q3Cq2Ns

Tem jeitinho... Alicia Keys - No One



Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=ktUSIJEiOug

Obrigado ao Zé por me indicar esta gracinha. Não podemos ouvir só Beethoven
...

Parece interessante


"La diversité culturelle est aujourd'hui proclamée " patrimoine mondial de l'humanité ". C'est aussi pour célébrer sur le mode esthétique la diversité des cultures qu'un musée consacré aux " Arts et civilisations d'Afrique, d'Amérique, d'Asie et d'Océanie ", a été ouvert en 2006 à Paris, quai Branly. S'il rencontre le goût contemporain pour l'exotisme, le choix de bâtir un palais aux Arts premiers pour remplacer le musée de l'Homme ne va pas de soi. Par-delà les polémiques opposant art et ethnologie, quel sens a un " musée des Autres " dans un monde post-colonial où se redéfinissent les frontières entre Nous et les Autres ?
Par ce qu'il choisit de montrer, un musée réalise une mise en ordre du monde où nous vivons. Analyser les façons dont leurs objets ont été exposés au cours de l'histoire permet d'interroger les transformations de notre regard sur les hommes et les femmes des autres continents. Le goût des Autres s'affirme en France dans l'entre-deux-guerres, entre " Art nègre " et ethnologie. L'Exposition coloniale de 1931 célèbre la variété des civilisations de l'empire, tandis que le musée de l'Homme, pour réaliser l'inventaire de la diversité humaine, envoie ses ethnographes sur des terrains lointains dont ils rapportent une moisson d'objets. Aujourd'hui célébrés comme autant d'œuvres d'art, ces objets sont aussi, de plus en plus, réclamés par ceux qui s'en disent les héritiers pour affirmer leur identité. Que faire devant de telles remises en question ? Peut-on tourner la page coloniale comme on oublie un mauvais souvenir ?
Interrogeant à la fois les discours savants et les mythes qui orientent notre regard sur les Autres, tel celui de " peuples premiers " qui seraient en harmonie avec la nature, cet ouvrage propose un regard anthropologique sur la façon dont les Occidentaux conçoivent leur propre place dans le monde. En comparant le cas français à d'autres, de l'Italie aux États-Unis en passant par la Grande-Bretagne ou le Mexique, il explore de nouvelles façons de présenter aux visiteurs des mondes différents du nôtre, mais en relation avec lui.

Biographie de l'auteur
Benoît de L'Estoile, anthropologue, mène des enquêtes de terrain au Brésil, et a analysé la genèse des savoirs sur l'Afrique dans le contexte colonial. Il enseigne à l'École normale supérieure et est chercheur associé au CNRS. Il a notamment co-dirigé Frontières de l'anthropologie (" Critique ", Minuit, 2004). "

Source:
http://www.amazon.fr/goût-autres-lexposition-coloniale-premiers/
dp/2082104982/ref=sr_1_1/403-7099712-7531605?ie=UTF8&s=books&qid
=1191086232&sr=1-1

Paris, Flammarion, 207, 450 pp., c. 28 euros.

No JL de 26/9 a 9/10 - crónica de Fernando Guimarães



Sobre as "Pedras Preciosas"...



(Clique na imagem para ler o texto)


Transcrevo da Wikipedia
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Diegese):

"Diegese é um conceito de narratologia, estudos literários, dramatúrgicos e de cinema que diz respeito à dimensão ficcional de uma narrativa. A diegese é a realidade própria da narrativa ("mundo ficcional", "vida fictícia"), à parte da realidade externa de quem lê (o chamado "mundo real" ou "vida real"). O tempo diegético e o espaço diegético são, assim, o tempo e o espaço que decorrem ou existem dentro da trama, com suas particularidades, limites e coerências determinadas pelo autor."


Nouveau livre



Parution : septembre 2007
ISBN : 978-2-912601-52-0




La psychanalyse. Points de vue pluriels


400 pages

Coordinateur : Magali Molinié



Résumé :
Ce livre propose une organisation en quatre parties : 
- une partie historique retraçant la naissance de la psychanalyse
- les grands concepts, et les grandes figures.
- les principales critiques adressées aujourd’hui à cette discipline
- la place de la psychanalyse dans la société et à l’université
Auteurs :

Magali Molinié est une collaboratrice de longue date au magazine Sciences Humaines. Elle est psychologue clinicienne et enseigne à l’université Paris 8-Saint Denis. Elle est l’auteur de « Soigner les morts pour guérir les vivants », Seuil-Empêcheurs de penser en rond, 2006.


Sommaire :

• Introduction
Magali Molinié

Partie I : L’histoire du mouvement
• Psychanalyse : cent ans de réflexions
Magali Molinié
• Comment Freud a inventé la psychanalyse
Jean-François Dortier
• Les premiers disciples de Freud
Magali Molinié
• Carl Gustav Jung. Entre dissidence et fondation
• Une psychanalyse en liberté
Entretien avec Alain de Mijolla
• La psychanalyse, d’hier à aujourd’hui
Entretien avec Elisabeth Roudinesco et Michel Plon
• Les scissions dans la psychanalyse française
Chantal Pacteau
• Les ramifications américaines
Jean-François Dortier

Partie II : Les contenus et les figures de la psychanalyse

• Explorer le rêve. À propos de L’Interprétation des rêves de Sigmund Freud
Dominique Bourdin
• L’inconscient avant et après Freud
Thierry Bonfanti
• Le psychanalyste soigne toujours avec son inconscient
Entretien avec J.-D. Nasio
• Pourquoi faire une analyse ?
Rencontre avec Roger Perron
• Le complexe d’Œdipe selon Freud
Dominique Bourdin
• Les mécanismes de défense
Serban Ionescu
• La psychanalyse de l’enfant existe-t-elle ?
Didier Houzel
• Mélanie Klein et la fondation de la psychanalyse d’enfant
Gilles Marchand
• Françoise Dolto et la cause des enfants
• L’approche psychanalytique en thérapie familiale
Serge Tisseron
• Le mystère Lacan
Jean-François Dortier
• Libres mots de la psychanalyse. Points de repères

Partie III : Face aux critiques

• Une psychologie scientifique de la subjectivité
Entretien avec Daniel Wildlöcher
• Psychanalyse et neurosciences. Conflit ou réconciliation ?
Célia Hodent-Villaman
• La psychanalyse, une théorie en perpétuel débat
Entretien avec J.-B. Pontalis
• Repenser la théorie freudienne
Entretien avec Jean Laplanche
• L’affaire du Livre noir
Nicolas Journet
• À quoi résiste la psychanalyse ?
Pierre-Henri Castel
• Ne pas faire d’Œdipe un dogme
Elisabeth Roudinesco
• Pourquoi les psychanalystes ne veulent rien faire comme les autres ?
Maïa Fansten

Partie IV : Psychanalyse et société

• Pour un traitement de l’histoire dans la psychanalyse
Michel Tort
• Du divan à l’écran. La psychanalyse dans la société
Hélène Vaillé
• La psychologie clinique. Une psychanalyse pour la cité ?
Roland Gori
• Psychanalyse et religion. La pensée de Freud
Dominique Bourdin
• De Hamlet à l’Islam. La psychanalyse appliquée
Gilles Marchand
• Le tour du monde de la psychanalyse
Alain Gibeault

Annexes
• Guide de lecture
• Liste des auteurs

Séminaires Psychanalythiques de Paris



LA PSYCHANALYSE AU SERVICE DES SOIGNANTS

Une journée d'étude avec J.-D. NASIO
pour tous ceux qui veulent apprendre le métier de psychanalyste
et pour tous les analystes qui veulent se perfectionner.

Ouvert à tous



Mardi matin 2 octobre, de 9h30 à 12h30
Comment travaille un psychanalyste ?

La Supervision

*

Mardi après-midi 2 octobre, de 13h30 à 16h30
Comment devenir psychanalyste ?


Source: http://www.seminaires-psy.com/1%20jour%20le%202%20octobre%202007.html

PARISCIENCE - IIIe Festival Internationasl du Film Scientifique



L’édition 2007 du festival PARISCIENCE 

Se tiendra du 10 au 14 octobre au Muséum national d’Histoire naturelle de Paris - Jardin des Plantes - PARIS 


Découvrez le nouveau site du festival PARISCIENCE 2007 à partir du 30 Août!


 D’ici là n’hésitez pas à nous contacter par mail sur : info@pariscience.fr ou au : 01 47 27 10 02.


 L' équipe du festival Pariscience 2007



Versalhes...

"106 concertos em quatro fins-de-semana (cada um dedicado a um rei, de Luís XIII a Luís XVI), conferências, uma exposição e um livro comemoram os 20 anos do Centro de Música Barroca de Versalhes."

In Publico 29/9/2007 (Caderno P2 pág. 8)

Versalhes....

FNAC NORTE SHOPPING



Ed. Papiro Editora, Porto, 2007.

Mais poesia!


Clique na imagem para aumentar.
Clique em si mesmo(a) para aparecer.
Com um brilhozinho nos olhos... para fazer ressaltar as pedras!
Vítor Oliveira Jorge, María Eugenia Díaz Tena e Liliana Pereira esperam por você.

Livrinho de poemas com um odor a plantas


É o livro de estreia da minha amiga Joana Serrado.
Good luck!
No dia em que veio parar às minhas mãos (hoje) estranha coincidência se deu... não é que uma carochinha entrou pela janela e veio pousar sobre as flores da capa!?...

Poemas para Fiama

Publicados pela Editora Labirinto, 2007.
Uma antologia em que tenho o prazer de colaborar.

Segunda palestra de John Urry na FLUP -alguns aspectos... E ALGO MAIS


Aspectos da sala no debate final (quando já várias pessoas tinham saído).

Slide e seu autor.

Um dos slides apresentados.

PARA QUEM QUEIRA CONHECER ALGUMAS DAS OBRAS DESTE AUTOR, UM DOS MAIORES SOCIÓLOGOS EUROPEUS

Visita a Serralves... com o Prof. John Urry (28.9.07) - um dia em que apreendi muito em horas de convívio frutuoso!

Prof. John Urry.

Dois personagens posando junto do símbolo da (agri)cultura: VOJ e JU.

Duas das fotos que estão em exposição em Serralves, pertencentes ao acervo do museu.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

É light mas... consola! Beyoncé e Shakira - Beautiful Liar (Legendado para PT -BR)



Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=EfVpOMD0KfM

NO CENTRO DE FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

CENTRO DE FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

O U T U B R O

Seminário Permamente de Filosofia das Ciências
"O papel dos Experimentos de Pensamento nas Ciências e na Filosofia"

Prof. Hermínio Martins
(Emeritus Fellow, St Antony s College, University of Oxford, UK /
Investigador-coordenador Emérito do Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa )

3 de Outubro de 2007 (4.ª feira)
18H00

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Edifício C 8 - Sala 8.2.23

A Imagem na Ciência e na Arte
http://cfcul.fc.ul.pt/projectos/projecto_imagem.htm

"Aproximações ao Conceito de Imagem V - Atelier "

Davide Scarso
Desenho Científico e Pensamento Selvagem

8 de Outubro de 2007 (2.ª feira)
10H30

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Edifício C 1 - Sala 1.3.29 (a confirmar)

Seminário Permamente de Filosofia das Ciências

" Grundlagenstreit e o intuicionismo Brouweriano "

Prof. Fernando Ferreira
(Departamento de Matemática, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa )

10 de Outubro de 2007 (4.ª feira)
18H00

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Edifício C 8 - Sala 8.2.23 (a confirmar)

Dispersões
http://cfcul.fc.ul.pt/palestras/dispersoes.html

"El tiempo reversible. Perdón y promesa en Hannah Arendt"

Marina López
(Fac. Filosofía, Univ. Michoacana de San Nicolás de Hidalgo, México )

22 de Outubro de 2007 (2.ª feira)
18H00

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Sala a confirmar

Projecto Poincaré. Filósofo da Ciência http://cfcul.fc.ul.pt/projectos/poincare.htm/index_poincare.htm

Mais informações:
programa e local

23 a 28 de Outubro de 2007

I Colóquio Internacional de Ciência, Ética e Política http://cfcul.fc.ul.pt/coloquios/coloquios.html

" Vivre en Europe http://cfcul.fc.ul.pt/coloquios/coloquio-europa_port.htm "

Em colaboração com o Collège International de Philosophie de Paris, o Instituto de Filosofia da Freie Universität Berlin e o Instituto Franco Português de Lisboa.

Mais informações:
programa http://cfcul.fc.ul.pt/coloquios/coloquio-europa_port.htm

29, 30 e 31 de Outubro de 2007

Instituto Franco-Português
Av. Luís Bivar, n.º 91, 1000 Lisboa


Organização:

Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa - CFCUL


Mais Informações:

Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa

http://cfcul.fc.ul.pt


Divulgado por:

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Campo Grande 1749-016, Lisboa, Portugal
Divisão de Informação / NCI
Núcleo de Comunicação e Imagem
Tel: +351 21 750 00 00 / Ext: 25326/25343/25344/25357
Fax: +351 21 750 01 47
nci@sa.fc.ul.pt

http://www.fc.ul.pt

Prof. Olga Pombo
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/
Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa
Campo Grande, Edifício C1, 3º piso, 1749-016 Lisboa, Portugal
Tel: (351) 91.9990946
Fax: (351) 21.7500082

Seg. Ciência Hoje, revista on line

Novo ciclo de conferências traz a Serralves cientistas de renome mundial

Sobrinho Simões modera os debates que começam com Jaume Bertranpetit
:: 2007-09-27
Jaume Bertranpetit abre ciclo a 18 de OutubroManuel Sobrinho Simões vai moderar as quatro conferências sobre biologia que a Fundação de Serralves realiza, no Porto, em Outubro e Novembro, integradas no ciclo ‘Crítica do Contemporâneo’. António Amorim, comissário da iniciativa, sustentou hoje, na apresentação do ciclo, que “é pertinente partilhar algumas reflexões sobre os resultados que modificaram irreversivelmente a forma de olharmos para nós próprios”.

O cientista, vice-presidente do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), considera que esta “revolução pacífica continua em curso”, admitindo que os recentes avanços da biologia são tão profundos como os que ocorreram na área da física.
“Uma vez que a genética desempenhou um papel fundamental nos mais recentes avanços, faz todo o sentido organizar um ciclo de conferências dedicado ao impacto da genética”, defende António Amorim. Esse impacto, disse, “deve ser analisado ao nível da percepção que temos da nossa identidade como seres biológicos e sociais e da forma como as diferenças genéticas se encontram distribuídas entre os indivíduos e entre os grupos, mas também sobre o que nos torna geneticamente diferentes e como evoluímos até chegarmos ao actual estado”.

Relativamente aos conferencistas escolhidos para este ciclo, António Amorim considera que são todos “simultaneamente hábeis comunicadores e profundos pensadores”. A primeira conferência realiza-se a 18 de Outubro e será proferida pelo espanhol Jaume Bertranpetit, sobre o tema ‘Diversidade genética humana’.

A segunda conferência deste ciclo está marcada para 15 de Novembro e será proferida pelo alemão Michael Krawczack, que falará sobre a perspectiva da medicina no quadro da diversidade genética humana, prosseguindo a iniciativa a 29 de Novembro, quando o inglês Tim Crow abordar as perspectivas genéticas do homo sapiens moderno.

O ciclo encerra a 13 de Novembro com uma conferência da inglesa Rosalind Harding apresentar uma perspectiva antropológica da diversidade genética. Estas quatro conferências sobre biologia integram o ciclo ‘Critica do Contemporâneo’, iniciado a 29 de Março, que já realizou conferências sobre política e educação.


Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=23709&op=all

abre-te

Foto: Natasha Gudermane ("Sumertime" - reprod. aut.)
Fonte: http://photo.net/photos/gudermane


Este acorde lancinante do verão a esvair-se torna-se cada dia mais agudo nas minhas têmporas.
São as barcas a passar com a proa voltada para o sítio onde convergem as nuvens.
São os poros da água como se o rio fosse um corpo lânguido, estendido até uma foz indefinida, longínqua como um oceano.
São os dois joelhos vermelhos, aparentemente cansados de se martirizarem à minha espera.
É o movimento de dança lenta e descendente, é o pressentimento de uma cintura que treme quando a abraço.
És tu, só pode ser.
Por ti mergulharei até ao fundo, trarei um molusco fresco preso a algas, abri-lo-ei com os dentes.
Para encher a tua boca do meu sangue.
Se de dentro da foto, um sinal só, um pequeno movimento de confirmação se desse, saberia que estas são de facto as tuas pernas, que o meu movimento é por aqui.
Dá-me um pequeno sinal de desejo, para que possa consumar este verão que se esvai interminável.
Nuvens vermelhas, laivos saindo de mim numa hemorragia de algas ondulantes, o ar numa vontade indemne de te penetrar toda.
Abre-te.
Deixa-me terminar este verão contigo no fundo das águas, rodeado de peixes escarlates, aqueles que irrompem em grandes cardumes do ventre, e invadem vitoriosos as paisagens felizes, trazendo os júbilos mais simples, as efusões da pele, as tremuras das pequenas franjas que fecham a estação sobre o seu segredo interminável.
Será possível resistir por mais tempo a tal apelo, a tanta beleza, que te interroga infindamente, sem descanso, senhora da hesitação?
Na minha cabeça ressoam os acordes das margens, gritos lancinantes que empurram esta barca para a loucura total.



voj copyright 2007

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Remarkable lecture today in the University of Porto (Faculty of Arts) by Prof. John Urry (University of Lancaster, UK)


Today's lecture was about "Cities of Spectacle"

Tomorrow's one will be about "Mobilities and Sociabilities"
6 pm, amph. 1
Do not waste this opportunity, for your own sake!
Free entrance.


Thanks to Ana Esteves for the translation work.
Thanks also to my friend Prof. Helena Vilaça for her collaboration.
And... last but not least... to the British Council.

Cartas do Oriente - aspectos de Xangai









Meninos- monges.

Templo.


Fotos da minha amiga Lurdes Fidalgo, que agradeço.

Sara Bareilles in San Francisco - Gravity



Source: http://www.youtube.com/watch?v=pDOr7zeDhRY&mode=related&search=

"City" by Sara Bareilles (live in 2004)



Source: http://www.youtube.com/watch?v=-p3Wty9bJeQ

"Fairytale" - Sara Bareilles



Source:
http://www.youtube.com/watch?v=2cGQoPmefyA&mode=related&search=

Tavira e Balsa- anuncia a Archport

Câmara de Tavira quer desmistificar Balsa http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=77303



A autarquia de Tavira vai efectuar sondagens arqueológicas na Quinta da Torre d´Ares (Luz de Tavira). O objectivo é aprofundar o conhecimento sobre a antiga cidade romana de Balsa.

As sondagens vão ter início ainda este ano. Não serão sondagens destrutivas, garante fonte da edilidade, sublinhando que os trabalhos “contam com a permissão dos proprietários dos terrenos”.

As sondagens baseiam-se na aplicação de métodos geofísicos à arqueologia, consistindo na leitura do subsolo sem ter de recorrer a escavações. Como se de uma ecografia se tratasse.

Estes métodos permitem visualizar estruturas enterradas o que possibilita saber o que se encontra preservado da antiga Balsa, sem interferir com as culturas plantadas no local.

“Trata-se de um passo importante no esforço que a autarquia tem vindo a promover para a descoberta daquela que é considerada a capital do Algarve Oriental da Época Romana”, salienta a autarquia.

Balsa, nome de uma antiga cidade romana extinta há muitos séculos, fica situada numa zona do Parque Natural da Ria Formosa, entre Luz de Tavira, a Ria Formosa e Pedras d’el Rei.

Foi uma das cidades mais extensas da província da Lusitânia. Redescoberta em 1866, a autarquia de pretende que perca, progressivamente, o estatuto de cidade misteriosa e desconhecida."

Como pessoa que fui muitas vezes para Pedras d' El Rei, onde familiares tinham uma unidade no aldeamento turístico, e onde passei momentos maravilhosos ( a praia do Barril é inigualável em qualidade), e como arqueólogo, congratulo-me com esta notícia, dada a extrema importância de Balsa, de cujo porto romano hoje debaixo de água um colega especialista me mostrou uma vez expressivas fotos aéreas.

Verdade de La Palisse

"Quando se conhece e se desenvolve uma relação com alguém através da Internet, existe a tendência para muito depressa aumentar a sensação de familiaridade e de intimidade com essa pessoa. Por esse motivo, as pessoas tendem a expor-se de forma muito mais rápida do que fariam frente-a-frente. Além disso, a comunicação mediada por computadores pode proporcionar uma fácil idealização do outro."

Nuno Nodin (psicólogo e professor universitário)
in Pública (revita dominical do jornal Público) de 16.9.07, p. 79

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Artes e Ofícios


Estão Abertas as Inscrições para este Curso
www.iao.web.pt
Para se inscrever ou para mais informações contactar: Instituto de Artes e Ofícios: Telefone – 213 954 444 E-mail – iao@universidade-autonoma.pt Morada – Rua Particular à Saraiva de Carvalho, n.º 207 Campo de Ourique 1350-300 Lisboa

Homenagem a um dos maiores intelectuais do nosso país

Homenagem a Óscar lopes

A busca do sentido na obra e na vida de Óscar Lopes



4ª feira, 10 de Outubro, na Árvore, 18h00
Inauguração de exposição bio-bibliográfica
Testemunhos de alguns escritores cuja obra foi estudada por Óscar Lopes
Divulgação do nome do premiado com o "Prémio Ensaio Óscar Lopes", instituído pela Editorial Caminho


5ª feira, 11 de Outubro, na Árvore, 18h00
Óscar Lopes - Professor no Ensino Secundário e no Ensino Superior
Depoimentos de antigos alunos


6ª feira, 12 de Outubro, no Auditório da Câmara Municipal de Matosinhos, 21h00
Óscar Lopes - Ensaísta, Linguísta e Historiador da Literatura Portuguesa
Intervenção de Ensaístas e Historiadores da Literatura
Apresentação da Obra "Óscar Lopes: um Homem maior que o seu tempo"


Sábado, 13 de Outubro, no Auditório da Fundação Engenheiro António de Almeida, 16h00
Concerto organizado e dirigido por Álvaro Salazar, constituído por peças musicais da preferência de Óscar Lopes


Domingo, 14 de Outubro, na Biblioteca Almeida Garrett, 16h00
Óscar Lopes - O Cidadão
Depoimentos de personalidades políticas
Coral de Letras da Universidade do Porto, dirigido pelo Maestro José Luís Borges Coelho
Encerramento


Edições:
Óscar Lopes: Um Homem maior do que o seu tempo
(depoimentos e documentário gráfico)

Ensaios Camilianos, de Óscar Lopes
(organização e prefácio de Luís Adriano Carlos)

Modo de Ler o Porto
(textos de Óscar Lopes sobre o Porto)

Desdobrável dedicado a Óscar Lopes

_________________________________________

Direcção do projecto:
José da Cruz Santos
Engenheiro Amândio Secca, Cooperativa Árvore

Coordenação:
Manuela de Abreu e Lima, Cooperativa Árvore

Direcção Gráfica:
Armando Alves

Na Faculdade de Letras do Porto

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS E TÉCNICAS DO PATRIMÓNIO
Laboratório de Conservação e Restauro


11º CURSO LIVRE DE INICIAÇÃO AO DESENHO ARQUEOLÓGICO


Responsável: Dra. Lídia Azevedo
Carga Horária: 30 horas
Horário: sextas-feiras das 9h30 - 12h30
Início: 12 de Outubro de 2007
Local: Instalações do Laboratório de Conservação e Restauro
N.º de Vagas: 15

Inscrições: 08 de Outubro de 2007, das 14h30 às 17h00, nas instalações do Laboratório de Conservação e Restauro, Edifício principal, 4.º piso.

O Laboratório de Conservação e Restauro vai realizar o 11.º CURSO LIVRE DE INICIAÇÃO AO DESENHO ARQUEOLÓGICO, ministrado pela Dra. Lídia Azevedo. O Curso terá início no próximo dia 12 de Outubro de 2007 e terá uma duração de 10 semanas, funcionando nos dias 12, 19, 26 de Outubro; nos dias 02, 09, 16, 23, 30 de Novembro; e nos dias 07 e 14 de Dezembro. Este Curso estará aberto a 15 vagas. Os alunos interessados deverão proceder à inscrição, nas Instalações do nas instalações do Laboratório de Conservação e Restauro, no próximo dia 08 de Outubro, das 14h30 às 17h00.
No final do Curso será atribuído um diploma de frequência.


O Director do Laboratório de Conservação e Restauro
Professor Doutor Mário Barroca



11º Curso Livre de Iniciação ao Desenho Arqueológico

PROGRAMA

1. Normalização do desenho de materiais cerâmicos.
1.1. Técnicas de desenho de fragmentos de cerâmica: fundos e bordos com ou sem decoração: tipologia da forma e tipologia da decoração ˆ princípios gerais.
1.2. Cálculo de diâmetros
1.3. Orientação
1.4. Secção e perfil
1.5. Projecção Ortogonal
1.6. Decoração:
1.6.1. Identificação da diversidade da técnica decorativa
1.6.2. Técnicas de levantamento gráfico da decoração
1.7. Tintagem: métodos e técnicas.

2. Definição tipológica de uma peça inteira ou fragmentada
2.1. Forma aberta
2.2. Forma fechada
2.3. Forma cilíndrica

3. Definição gráfica do desenho técnico segundo a normalização
3.1. Secção
3.2. Vista interior e vista exterior
3.3. Perfil
3.4. Linha de separação de vistas
3.5. Planos de abertura; intermédio e plano de base

4. Publicação de desenhos
4.1. Percentagem de redução, segundo a formula normalizada.
4.2. Organização de estampas e tintagem face à publicação.
Bibliografia
ADKINS, L., & ADKINS, Roy A. (1994) Archaeological Illustration, Cambridge University Press.
CUNHA, Luís Veiga da (1999) Desenho Técnico. 1º ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, s.d.11ª ed. Lisboa.
MADEIRA, Luís José (2002) O Desenho na Arqueologia. Instituto de Arqueologia da Faculdade de Letras de Coimbra.
SOUSA, Fernanda (1999) Introdução ao Desenho Arqueológico. Câmara Municipal de Almada - Núcleo de Arqueologia e História.

Livros sobre o deserto... alguns em milhares!

Paris, L' Harmattan, 2000.

Presses de la Renaissance, 2004.



Paris, Robert Laffont, 2005.

convite

(clicar na imagem para aumentar)